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  • Arquivo de 'Destaques'



    postado por: Isabela Soares | 09 ago 2017

    NOS ANOS 60 TIVEMOS A ESTRÉIA DA PRIMEIRA FRANQUIA DO PLANETA DOS MACACOS QUE NÃO FOI MUITO BEM RECEBIDA PELO PÚBLICO.
    A FOX em 2011 reviveu mais uma vez com Planeta dos Macacos: A Origem contando um pouco da história de como tudo começou e foi a decisão mais acertada possível. A ideia foi traz conceitos e discussões contemporâneas que também vão desde políticas até ambientais, e como os seres humanos, sozinhos, estão fazendo um ótimo trabalho em destruir o próprio mundo.Essas metáforas utilizadas no primeiro filme, ganharam força e evoluíram para Planeta dos Macacos: O Confronto e fecham com chave de ouro em Planeta dos Macacos: A Guerra.

    No letreiro inicial ele o resume para tornar palatável para quem não viu os demais filmes (sim, “A Guerra” funciona até bem como obra única, considerando ser o terceiro filme de uma trilogia).
    O filme em si nos proporcionam momentos de reflexão interessantíssimos, pois tratam justamente da humanização dos animais, e da animalidade dos humanos. Para quem não acompanhou desde o início, os humanos estavam estudando a cura para várias doenças, incluindo o Alzheimer. Durante essa tentativa, o tiro saiu pela culatra, proporcionando um vírus letal para a humanidade, porém deixavam os macacos inteligentes. César foi o primeiro de todos, o líder, o rei e como os humanos, criou uma espécie de sociedade, com hierarquia e tudo o que tem direito. Além disso, temos os conflitos internos que permeiam a mente de César. Cada atitude dele tem um peso significativo. Na guerra tem uma mutação daquele vírus letal, deixando a capacidade cognitiva da pessoa comprometida, bem como a sua fala. Isso retrata e faz uma clara referência a perda da racionalidade. O embate entre o líder dos macacos e o Coronel, seguindo as temáticas da perseguição, escravidão e, claro, da guerra. O Coronel não é retratado como um simples vilão que quer a morte dos macacos por motivos fúteis. Ele possui motivos tão profundos como os de Caesar e Woody Harrelson contribui para a complexidade do personagem, assim como o faz Andy Serkis. Os macacos são ameaçados pelo Coronel e seu exército, e o Coronel por sua vez é ameaçado por um inimigo desconhecido que não conhecemos de início
    A chave de Reeves para ilustrar uma violência sem sentido, movida por ressentimento de um lado (humano) e vingança do outro (macaco). “A Guerra” equilibra diversão popular com uma intensidade emocional que costuma faltar à maioria dos blockbusters. Impressiona como, mesmo em atmosfera de fim de mundo, César e os seus despertam em nós um discreto, mas cativante sentimento de esperança.
    Sobre os personagens o destaque vai para Serkis. Em um trabalho que será contemplado no Oscar do ano que vem em efeitos visuais, deveria também ser lembrando como atuação. E falo isso sem medo de incorrer em quaisquer exageros. Cada expressão vem carregada de tanta vida que torna fácil a identificação com César.
    As cenas descontraídas ficaram por conta do mais novo macaco adicionado para a franquia, Bad Monkey. Interpretado por Steve Zahn, o personagem conseguiu trazer um alívio cômico não forçado e foi muito bem encaixado no longa.
    Cada cena intensa tinha um elemento constante que acompanha toda a jornada A Trilha Sonora. Com uma pegada forte, pesada, temos mais um excelente trabalho de Michael Giacchino. Os efeitos especiais do filme são incríveis

    TRAILER DO FILME:

    postado por: redacao | 03 ago 2017

    Após os eventos de Transformers: A Era da Extinção, Optimus Prime viaja para o espaço em busca de seus criadores e durante o trajeto encontra Quintessa, que o manipula mentalmente e o converte em uma missão de destruição da Terra para que seu planeta Natal possa sobreviver. Para isso ele precisa recuperar um cajado que foi usado por Merlin na Idade Média. Enquanto isso, os humanos já não toleram mais os robôs gigantes criando a Força de Reação, a Transformers, assim criando uma guerra entre Homens e Robôs. Em Transformers: O Ultimo Cavaleiro, seguimos a história de Merlin, Rei Arthur e a távola redonda e seus guerreiros, mostrando que a briga intergaláctica acontece já há muitos milênios na Terra.
    Sim o quinto filme da franquia apresenta novos personagens que trazem toda uma nova vibe para as telas, fazendo um jogo entre humores diferentes que não te deixam ter demais de um ou outro. Dessa vez temos o centro da história ligada a uma mulher descendente de Merlin.
    Aqui Cade ganha um par romântico, a professora inglesa Vivian Wembley (Laura Haddock), que aparentemente tem uma ligação forte com toda a história para conter a destruição da Terra. Laura Haddock (onde vemos que Michael Bay sofre do problema de qualquer cara, onde ainda é apaixonado pela ex namorada, e que quando pula pra outra, arruma uma com a mesma cara da dita cuja, pois essa atriz é A CARA DA MEGAN FOX!), onde o primeiro trás certo vigor a série, e a segunda se mostra mais útil do que a própria Megan Fox nos dois primeiros, e vê-la junto de Walhberg é muito mais interessante e combina mais com a saga, do que o Shia LeBeouf com aquela. Os dois são convocados pelo Sir Edmund Burton (Anthony Hopkins), um lorde inglês que lutou na segunda guerra com o transformer Bulldog.
    Izabella (Isabela Moner) uma garota de rua que cresceu órfã e vive ao lado de um transformer sucateado chamado Sqweeks.
    Sobre os personagens: um personagem que se destacou entre todos, um mordomo Transformer que acompanha um dos personagens mais importantes do filme. Bumblebee foi o maior destaque dos Transformers, foi bacana mostrarem mais do seu potencial e origem.
    A quantidade já esperada de computação gráfica presente faz da fotografia algo notável, especialmente em aspectos chave e enquadramentos de efeito da produção.
    O ponto positivo dessa franquia é as cenas de ações, com imensa qualidade e detalhes de lutas. Qualidade de áudio e vídeo, filme especializado para IMAX, ótimas cenas de ação. Também é dificil perceber qual é o meio e o fim do filme, passa correndo. Mas um filme de ótima qualidade audio visual e com grandes cenas de ação, e também apresenta uma dose de humor

    Mesmo com todas as falhas possíveis dentro da trama, a produção deste filme é algo indiscutível em questão de desenvolvimento das cenas e efeitos especiais. São 2h40 de duração, mas de um vislumbre de cenas incríveis tanto das cenas em slow motion como as que mostram com mais detalhes os Transformers e a grandeza de seu universo.

    Trailer do Filme:

    postado por: redacao | 20 jul 2017

    Discutir o acesso trans aos espaços dentro da sociedade e dos movimentos sociais é atentar-se às necessidades básicas de uma camada invisível da população, que pouco usufrui dos direitos à educação, à saúde e às condições humanizadas de trabalho. É entender a urgência de priorizar o debate de pautas que não podem mais ser adiadas. ( Créditos Esquerda Online)

    Conheça um projeto que tem feito toda a diferença: (mais…)

    postado por: Isabela Soares | 13 maio 2017

    A empresa americana HighSpeedInternet fez um levantamento para saber quais são as cinco séries mais vistas na Netflix ao redor do planeta! Confira a lista:

    5- “New Girl”

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    Após se separar do namorado de longa data, a jovem Jess acaba se mudando para um apartamento que divide com três caras: Schmidt, Nick e Winston. A presença da mulher muda a dinâmica do trio, que desenvolve uma amizade curiosa, em que todos vão se ajudar em seus desafios amorosos e profissionais

    4- “House of Cards”

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    Frank Underwood é um astuto congressista norte-americano que é traído pelo presidente que ele ajudou a eleger. Com a ajuda da esposa, de uma jornalista ambiciosa e de um outro político com problemas com alcoolismo, Underwood inicia um plano para minar adversários políticos e conquistar, em alguns anos, a presidência dos Estados Unidos.

    3- “Narcos”

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    A trama gira em torno do traficante colombiano Pablo Escobar (Wagner Moura), retratando a história de ascensão dele de um criminoso comum para um dos homens mais perigosos, procurados e ricos do mundo.

    2-“Friends”

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    Seis jovens são unidos por laços familiares, românticos e, principalmente, de amizade, enquanto tentam vingar em Nova York. Rachel é a garota mimada que deixa o noivo no altar para viver com a amiga dos tempos de escola Monica, sistemática e apaixonada pela culinária. Monica é irmã de Ross, um paleontólogo que é abandonado pela esposa, que descobriu ser lésbica. Do outro lado do corredor do apartamento de Monica e Rachel, moram Joey, um ator frustrado, e Chandler, de profissão misteriosa. A turma é completa pela exótica Phoebe.

    1- “Sherlock”

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    O dr. John Watson precisa de um lugar para morar em Londres. Ele é apresentado ao detetive Sherlock Holmes e os dois acabam desenvolvendo uma parceria intrigante, na qual a dupla vagará pela capital inglesa solucionando assassinatos e outros crimes brutais. Tudo isso em pleno século XXI.

    Então, o que você acha dessa lista? Você assiste todas elas? Está com falta de alguma? Comente ai!

    postado por: Isabela Soares | 13 abr 2017

    A Marvel acaba de divulgar o primeiro trailer de ‘Thor: Ragnarok’, terceiro filme solo do herói interpretado por Chirs Hemsworth.

    O filme é dirigido pelo neo-zelandês Taika Waititi, responsável por comédias como a série ‘Flight of The Conchords’ e o falso documentário ‘O Que Fazemos Nas Sombras’, disponível na Netflix. Por isso mesmo, a expectativa é que o humor seja um dos pontos altos do longa.

    Além de Hemsworth e Tom Hiddleston (como Loki) reprisarem seus papéis e de uma participação de Mark Ruffalo como Hulk, a produção tem também Cate Blanchett e Jeff Goldblum no elenco.

    ‘Thor: Ragnarok’ estreia no Brasil dia 2 de novembro.