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  • Arquivo de 'Críticas'



    postado por: Isabela Soares | 13 abr 2017

    Jude Law é o mais novo astro do cinema a se juntar ao universo de Harry Potter. O ator britânico foi confirmado nesta quarta-feira como o escolhido para fazer o papel do mago Dumbledore, ainda na fase jovem, na sequência de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’.

    “Jude Law é um ator fenomenalmente talentoso cujo trabalho eu admiro há tempos, e estou ansioso pela oportunidade de finalmente trabalhar com ele”, afirmou o diretor David Yates, em comunicado oficial. “Sei que ele capturará de forma brilhante todas as facetas inesperadas de Alvo Dumbledore enquanto J. K. Rowling revela esse momento diferente em sua vida.”

    Além de Law, já estão confirmados no elenco Eddie Redmayne, que retoma o papel do protagonista Newt Scamander, e Johnny Depp como o vilão Gellert Grindelwald.

    O segundo ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ chega aos cinemas em novembro de 2018. Depois dele, já estão previstos mais três filmes da franquia.

    postado por: redacao | 09 fev 2017

    Aos leitores de Cinquenta Tons Mais Escuros, sequência do estrondoso sucesso de 2015 Cinquenta Tons de Cinza, vocês sabem o que vão encontrar cenas bem fiéis ao livro. Confesso que o filme conseguiu me surpreender. A primeira cena, um flashback da infância de Christian Grey, nos remete imediatamente ao livro, os fantasmas do passado do Grey em um sonho. A partir deste momento, todos estamos com pena e solidários a criança agora adulta com sua vida cheia de tons escuros. A complexidade que Christian Grey carrega consigo é muito mais profunda nesse segundo filme. Uma infância traumática que o fez se transformar em um homem incapaz de manter alguém que ama por perto.
    Quando os dois finalmente se encontram e o bilionário pede a ela que volte, Ana impõe seu contrato: sem regras. A jovem não quer mais ser submissa ao namorado sado. O casal tenta unir-se novamente, após a separação ao fim do longa anterior. Para provar, na primeira cena sensual é ela quem mantém o parceiro de joelhos. Embora Anastasia demonstre prazer na relação de dominação/submissão, ela revela também desconforto no fato de Christian sentir-se atraído pela dor alheia. E enquanto os atores parecem mais à vontade nos papéis, o filme, assim como o livro, se mostra indeciso sobre como abordar a questão do fetiche. Ambos os produtos tratam a relação sadomasoquista com relativa normalidade: há ênfase no consentimento dentro dos jogos eróticos e pouco exotismo ou estereótipos. o sadomasoquismo é representado pelo uso de acessórios nada ousados e uma massagem erótica bem distante do chicotinho visto no primeiro longa. A dor agora não é mais física, é emocional. Cinquenta Tons mais Escuros, se beneficia em relação ao primeiro filme, devido a trama mais romântica e mais leve, as cenas de sexo, que acabam sendo a “grande atração” da franquia, são mais prazerosas, para o espectador é visível que Ana sente imenso prazer com os jogos e nenhuma dor mais. Ana consegue ser ouvinte dos traumas vividos por Grey, ele vai deixando seus segredos mais escuros virem a tona. E Ana consegue finalmente tocá-lo em seu peito, não mais sendo impedida, agora é o próprio Grey que pega a sua mão e encosta em seu peito, mostrando assim que ele é dela. Ana não se impõe tanto as ordens de Grey, ela está mais preocupada em manter sua relação com ele, é claro que ela quer entrar em seus jogos, e as cenas são bem conduzidas, afinal quem ali na poltrona não queria estar no lugar da Ana?
    As visões de empreendedorismo do bilionário, são deixadas um pouco de lado, ele sai para velejar com Ana, mais tarde consegue pensar em ter uma vida a dois, aproveitando cada momento ao lado de Ana. Sobre os personagens novos, começaremos falando das duas personagens introduzidas neste filme têm um potencial de mistério, mas são facilmente descartadas. A primeira delas é Leila (Bella Heathcote), ex-submissa de Grey, que transtornada com a morte do marido, quer o lugar de Anastasia. Leila mostra a Ana o lado dominador de Grey, mesmo ele e leila terem terminado seu relacionamento, ela é uma submissa obediente. Kim Basinger, como Elena Lincoln (também conhecida como Mrs. Robinson), amiga de Grace que iniciou Grey no arte do sadomasoquismo, a atriz protagoniza aqui uma cena sem sal, com direito a drinque no rosto e bofetada. O destaque entre os novos personagens, é o chefe abusivo de Anastasia (vivido por Eric Johnson), sim ele é sexy, canalha e charmoso. Este poderia ter sido bem mais aproveitado, usando a dinâmica de pose que o Grey quer ter sobre Anastasia e causando um triangulo pra lá de apimentado, mas isso não acontece. A cena final é intrigante ao mostrar uma foto, ela nos remete a uma vingança. O casal comemorando e um ser inflamado por ira!

    Cinquenta Tons Mais Escuros foi filmado simultaneamente com sua terceira sequência chamada Cinquenta Tons de Liberdade, dando a possibilidade do filme ter cenas do próximo capítulo, ou seja, há cenas pós créditos.

    postado por: redacao | 20 jun 2016

    O filme é uma adaptação do livro homônimo de Jojo Moyes, autora de diversos títulos com protagonistas femininas, normalmente marcados por histórias cotidianas, reflexões existenciais e algumas lágrimas incontroláveis.

    Não pense muito em mim.
    Não quero que você fique toda sentimental. Apenas viva bem.

    Apensa viva…
    Will Traynor

    Louisa, é uma garçonete do café amável em uma cidade Inglês. Encontramo-la no dia em que perde o emprego, jogando a lutar família alargada em turbulência. Louisa – ou Lou, como é chamada – tem poucas habilidades, mas consegue uma entrevista na propriedade grande Traynor.

    Acontece que o trabalho envolve cuidar do filho da família, Will. Nós nos encontramos Will no prólogo; ele era um arrojado, extremamente banqueiro de Londres bonito, com um gosto por esportes radicais quando um dia, ele saiu de casa e foi atingido por uma motocicleta, paralisando-o do pescoço para baixo.
    Depois de uma breve entrevista com a mãe de Will, Lou começa o trabalho. Sua tarefa será a de proporcionar alegria, uma vez que as necessidades médicas de Will já são atendidos por uma enfermeira (embora o filme mostra que quase nenhuma dessas). Mas Will é amargo e principalmente em silêncio. Ele primeiro cumprimenta Lou com uma impressão impertinente “Meu Pé Esquerdo”, em seguida, passa a ignorá-la ou atirar farpas sobre seu guarda-roupa caprichosamente maluco, que inclui sapatos leprechaun (um traço de Lou do que é bonito, até que ele fica chato.)
    Mas Lou é determinada, e em breve (muito cedo, dramaticamente falando) Will apresenta ao calor de seu sorriso. Ele apresenta a filmes com legendas. Ela recebe-lo a vir para fora no sol. Ela o leva para as corridas de cavalos. Ela ainda recebe-o a assistir a um concerto de fantasia.

    Sam Claflin por sua vez, expõe logo de cara uma expressão fechada, que vai se desfazendo no decorrer do filme e é aí que o grande sucesso está. Já vimos Clafin tão galante e encantador um príncipe, mas aqui temos algo, tal horas dramático e logo após o galante sedutor de sempre, impossível não amar vê-lo despir-se de sua carranca com um belo e doce sorriso.

    Os dois atores não poderiam ter interpretado melhor Louisa e Will, e talvez outros dois não dariam ao filme o sucesso atual.Houve quem subestimasse o talento de ambos para filmes românticos (apesar de Sam ja ter trabalhado), mas o relacionamento entre os dois flui de forma tão natural, que faz com que todos torçam para um final feliz.

    O poder emocional do filme é inegável; soluços foram ouvidos durante todo o último terço do filme. Mas, é menos um filme sobre uma “deficiência”, do que uma linda celebração da amizade, amor, e descoberta.
    Embora seja uma trágica história de amor, é também grosseiramente hilariante. A capacidade de Lou e Will para fazer a luz de suas situações permite-lhes fazer valer a verdade de sua experiência. E, é isso que torna o filme tão devastador: estes são aparentemente pessoas reais com problemas reais e verdadeiros sentimentos. E por causa da tangibilidade do filme, todos são assegurados para se juntar ao coro de choro: chorando por Will, chorando por Louisa, chorando por suas famílias, e mais significativamente, chorando por si mesmo.
    Ainda assim, é importante ressaltar que o roteiro de Como Eu Era Antes de Você, o filme, foi escrito pela própria Jojo Moyes. Ou seja, todas as restrições e simplificações feitas, seja de situações, personagens ou até emoções, vieram da própria criadora de tais personagens – o que traz ao filme um certo habeas corpus em relação às reclamações neste sentido. Se não justifica tais decisões, ao menos ameniza.Com poucas mudanças –irrelevantes– ao livro, Me Before You é muito bem adaptado ao cinemas, com todos os pequenos detalhes . O longa faz a intercalação entre o drama e a comédia nos momentos certos, o que deixa o público não cansar só do drama.
    A trilha sonora é excelente, com grandes ícones da musica: Ed Sheeran com seus sucessos e Imagine Dragons com a musica tema do filme que finaliza com chave de ouro pra refletir a história de amor de Jojo Moyes, autora do livro.

    Para dar aqueles que você ama o dom de si mesmo, não importa as limitações que você enfrente, é muito mais compassivo do que negar-lhes a sua vida.

    Se você ainda não foi assistir “Como Eu Era Antes de Você” eu sugiro que vá, mais que um filme é uma lição de vida de um recomeçar que pode estar reservado a qualquer um de nós através de nossas escolhas.

    postado por: redacao | 31 maio 2016

    Recentemente, Chloe bennet de Agents of SHIELD declarou estar insatisfeita com a falta de atenção com a qual a Marvel tem tratado a série da ABC. Agora foi a vez de Willa Holland, participou da MCM London Comic Con, e quando questionada sobre a separação do universo cinematográfico da DC e do universo da televisão, a atriz comentou sobre como todos pensaram que Stephen Amell e Grant Gustin interpretariam seus respectivos personagens no cinema, e a decepção ao descobrirem que seria tudo separado.

    “A Marvel conseguiu fazer as coisas do jeito dela. A união da série com os filmes. Eu fico um pouco chateada, pois vemos que as coisas podem ser feitas. Mas agora, vamos dar ao mundo duas versões diferentes do Flash de uma vez!”
    A atriz tem um ponto interessante. Muitas das tramas apresentadas em filmes e séries do gênero já são um tanto confusas para o público que não as acompanha frequentemente, imaginem como será quando os mesmos personagens começarem a dar as caras nas telonas e na TV.
    Willa também falou sobre como os filmes tem influenciado as séries de maneira negativa, prejudicando a trama e os fãs. “Nós tivemos que acabar com o Esquadrão Suicida. Era impossível comprar essa briga. Quando a Warner decidiu utilizar o time nos cinemas, tivemos que cortar todos os personagens das séries, antes mesmo de explorar o seu potencial.”
    Ela continua. “É frustrante. Por mais que haja um filme da Liga da Justiça a caminho, Stephen Amell continuará fazendo o Arqueiro Verde e Grant Gustin, o Flash. Por que outros personagens não podem continuar? Mesmo assim, não adianta reclamar agora. Quando eles dizem não, nós só abaixamos a cabeça e aceitamos.”

    FONTE: COMICBOOKMOVIE

    postado por: redacao | 25 maio 2016

    A sequência do filme de 2014 com Seth Rogen, Rose Byrne, Zac Efron e Chloë Grace Moretz não tem medo de incomodar o público apresentando cenas com piadas de mau gosto e escatológicas. Porém, desde o primeiro filme, retrata a diferença etária de seus personagens de forma (quase) fidedigna às fases da vida. Enquanto por trás de uma porta há adolescentes sem responsabilidade com pequenos problemas em seu microambiente estudantil, já na outra porta há um casal que tenta se livrar da vida irresponsável e resolver dilemas adultos como a criação de um filho e a compra de uma casa. A sequência vai um pouco além, pois apresenta um terceiro cenário, que é o personagem de Zac Efron. Enquanto ele vivia no primeiro filme por trás da porta dos sem compromissos, aqui ele é obrigado encarar o mundo do pós-formado, com o início dos problemas adultos como o desemprego e moradia. Como ele mesmo diz no trailer, “eu mudei de lado“. O personagem se vê perdido colhendo frutos da irresponsabilidade da adolescência. O filme surge um pouco desconjuntado de início, mas é um mal necessário para estabelecer algo importante: o novo trio de garotas (liderado pela excelente Chloë Grace Moretz) que servirá para aterrorizar o casal Radner (Seth Rogen e Rose Byrne) e sua junção com o ainda perdido na vida Teddy Sander (Zac Efron). Aos poucos, as peças vão se alinhando e Vizinhos 2 parece portar-se como um amigo bonachão com o qual sempre nos divertimos, mas dessa vez trazendo algumas gratas surpresas.
    Além desses cenários, o filme ainda aborda de forma nem tão feliz como deveria, contudo bem intencionado, o posicionamento da mulher na sociedade. Desde jovem a personagem de Chloë Grace Moretz é exposta a um mundo de divisões onde homens podem agir de um jeito e as mulheres não. Uma visão retrógrada em um ambiente cujo objetivo é de expansão de conhecimentos. A personagem da atriz Lisa Kudrow em sua única cena representa perfeitamente o posicionamento das instituições de ensino quanto os preconceitos embutidos na sociedade. Dito isto, os problemas de Shelby (Chloë Grace Moretz), no fim, acabam não sendo apenas se divertir e ser inserida em seu microambiente, mas também lutar para poder reverter um quadro de injustiças que lhe é imposto. O papel feminino forte imposto à atriz de apenas 19 anos é extremamente feliz quando visto seu lado empreendedor dentro do filme.  Obviamente, o principal avanço do filme dá-se no seu conflito principal, no qual a inversão de valores e gêneros torna-se algo fundamental para o filme, tanto como discussão e forma de fazer graça, inclusive na forma de assumir-se sem graça em lidar com aspectos feministas. A crueldade das garotas na irmandade quando comparadas à mera imbecilidade dos moleques do primeiro longa é algo que merece ser elogiado por ser fartamente aproveitado, além de questionar o absurdo e inconsequência do mundo real que envolve as festas de jovens em fraternidades, regadas a álcool e sexismo.

    Outro ponto que dessa vez é muito mais explorado no roteiro é a homossexualidade, e o mais interessante sem preconceitos ou piadas de mau gosto, pelo contrário no final, deixa uma mensagem extremamente positiva sobre o tema.

    Outro grande acerto do filme é novamente o elenco, que se despe de qualquer vaidade para contar essa divertida história, todos estão excelentes.

    Vale destacar também a trilha sonora funcional para dar ritmo a narrativa, e também a ótima edição que ajuda no envolvimento do começo ao fim devido a ágil forma com que foi realizada.

     

    CONFIRA O TRAILER E CORRA PARA O CINEMA:

     

     

    SINOPSE

    Com um novo bebê a caminho, Mac (Seth Rogen) e Kelly Radner (Rose Byrne) decidem vender a casa e mudar-se para o subúrbio. Entretanto, uma nova fraternidade, mais estrondosa que seus antigos vizinhos, assumem a casa ao lado. Liderada por Shelby (Chloë Grace Moretz), as meninas do Kappa Nu pretendem mostrar que sabem fazer uma festa bem melhor que os meninos. A fim de que a paz na vizinhança seja restaurada e a venda de sua casa concretizada, Mac e Kelly convocam sua arma secreta: Teddy (Zac Efron).