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  • Arquivo de 'Críticas'



    postado por: Isabela Soares | 25 ago 2017

    Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, distribuído aqui no Brasil pela Diamond Films, acabou de chegar às telonas, causando a seguinte impressão: a proposta cria um novo conceito de super-herói, com um desenrolar que possui ação, aventura e leves toques de comédia, mas seria tudo isso o suficiente para torná-lo um filme que vale a pena ser visto na tela grande? …..

    A história se passa o Século XXVIII, mais precisamente 2550, Valerian (Dane DeHaan) é um agente viajante do tempo e do espaço que luta ao lado da parceira Laureline (Cara Delevingne), por quem é apaixonado, em defesa da Terra e seus planetas aliados, continuamente atacados por bandidos intergalácticos. Quando chegam ao planeta Alpha, eles precisarão acabar com uma operação comandada por grandes forças que deseja destruir os sonhos e as vidas dos dezessete milhões de habitantes do planeta.

    O filme nos entrega dois conceitos de ficção científico, um planeta feito de diversas raças que se unem para culturamente aprenderem com suas diferenças, a outra: “uma tribo” de “aliens sereias” que se utiliza de pérolas a partir de um bichinho que multiplica essas pérolas tem seu planeta destruído, o problema foi na hora de unir esses dois eixos que o roteiro perde a complexidade e fica até bem simples, para não dizer clichê.
    Fantástico e beira ao realismo, proporcionando quase a mesma sensação que muitos sentiram ao assistir Avatar. Logo, acompanhar aqueles incríveis movimentos feitos com muito esforço por James Cameron e sua equipe de efeitos visuais é um dos pontos positivos do filme. Falando um pouco das atuações, gosto do ator Dane Dehaan (desde Poder Sem Limites), e aqui o ator tem uma performance plausível, com um papel cheio de altos e baixos – uma vez que ele descobre ser sido o famoso “escolhido” da trama, mas que, no geral, está na média. Não poderia deixar de citar a participação da cantora Rihanna, não é? A atriz – que há pouco tempo deu um show interpretando Marion Crane na 5ª Temporada de Bates Motel, não teve um desempenho marcante; apenas uma ponta com uma trilha sonora convidativa e ponto de fotografia exuberante, cujas cores contrastam entre tons frios (preto, branco e azul) e quentes (amarelo, laranja e vermelho).

    Para mim já havia ficado evidente que “Valerian e a cidade dos mil planetas” iria ser um show de efeitos especiais o que até ocorre, só até a primeira metade do filme, esse fato se dá pois o início está ali apenas para gerar cenas impactantes visualmente, posterior a isso vem uma tentativa de criar algum tipo de conexão sentimental, mas essa conexão fica evidentemente fraca principalmente por nós não conseguirmos comprar a determinação dos protagonistas e os diálogos sem conexão.

    A mescla genérica que vai dividir a opinião dos telespectadores nas próximas semanas, pois teoricamente falando, o filme é uma obra prima de efeitos especiais dignos de Oscar, mas deixa muitas lacunas em função do roteiro

    Vale a pena assistir sim, eu por exemplo vi em 3D IMAX e garanto é um espetáculo de imagens e trilha sonora muito boa.

    TRAILER:

    postado por: Isabela Soares | 09 ago 2017

    NOS ANOS 60 TIVEMOS A ESTRÉIA DA PRIMEIRA FRANQUIA DO PLANETA DOS MACACOS QUE NÃO FOI MUITO BEM RECEBIDA PELO PÚBLICO.
    A FOX em 2011 reviveu mais uma vez com Planeta dos Macacos: A Origem contando um pouco da história de como tudo começou e foi a decisão mais acertada possível. A ideia foi traz conceitos e discussões contemporâneas que também vão desde políticas até ambientais, e como os seres humanos, sozinhos, estão fazendo um ótimo trabalho em destruir o próprio mundo.Essas metáforas utilizadas no primeiro filme, ganharam força e evoluíram para Planeta dos Macacos: O Confronto e fecham com chave de ouro em Planeta dos Macacos: A Guerra.

    No letreiro inicial ele o resume para tornar palatável para quem não viu os demais filmes (sim, “A Guerra” funciona até bem como obra única, considerando ser o terceiro filme de uma trilogia).
    O filme em si nos proporcionam momentos de reflexão interessantíssimos, pois tratam justamente da humanização dos animais, e da animalidade dos humanos. Para quem não acompanhou desde o início, os humanos estavam estudando a cura para várias doenças, incluindo o Alzheimer. Durante essa tentativa, o tiro saiu pela culatra, proporcionando um vírus letal para a humanidade, porém deixavam os macacos inteligentes. César foi o primeiro de todos, o líder, o rei e como os humanos, criou uma espécie de sociedade, com hierarquia e tudo o que tem direito. Além disso, temos os conflitos internos que permeiam a mente de César. Cada atitude dele tem um peso significativo. Na guerra tem uma mutação daquele vírus letal, deixando a capacidade cognitiva da pessoa comprometida, bem como a sua fala. Isso retrata e faz uma clara referência a perda da racionalidade. O embate entre o líder dos macacos e o Coronel, seguindo as temáticas da perseguição, escravidão e, claro, da guerra. O Coronel não é retratado como um simples vilão que quer a morte dos macacos por motivos fúteis. Ele possui motivos tão profundos como os de Caesar e Woody Harrelson contribui para a complexidade do personagem, assim como o faz Andy Serkis. Os macacos são ameaçados pelo Coronel e seu exército, e o Coronel por sua vez é ameaçado por um inimigo desconhecido que não conhecemos de início
    A chave de Reeves para ilustrar uma violência sem sentido, movida por ressentimento de um lado (humano) e vingança do outro (macaco). “A Guerra” equilibra diversão popular com uma intensidade emocional que costuma faltar à maioria dos blockbusters. Impressiona como, mesmo em atmosfera de fim de mundo, César e os seus despertam em nós um discreto, mas cativante sentimento de esperança.
    Sobre os personagens o destaque vai para Serkis. Em um trabalho que será contemplado no Oscar do ano que vem em efeitos visuais, deveria também ser lembrando como atuação. E falo isso sem medo de incorrer em quaisquer exageros. Cada expressão vem carregada de tanta vida que torna fácil a identificação com César.
    As cenas descontraídas ficaram por conta do mais novo macaco adicionado para a franquia, Bad Monkey. Interpretado por Steve Zahn, o personagem conseguiu trazer um alívio cômico não forçado e foi muito bem encaixado no longa.
    Cada cena intensa tinha um elemento constante que acompanha toda a jornada A Trilha Sonora. Com uma pegada forte, pesada, temos mais um excelente trabalho de Michael Giacchino. Os efeitos especiais do filme são incríveis

    TRAILER DO FILME:

    postado por: redacao | 03 ago 2017

    Após os eventos de Transformers: A Era da Extinção, Optimus Prime viaja para o espaço em busca de seus criadores e durante o trajeto encontra Quintessa, que o manipula mentalmente e o converte em uma missão de destruição da Terra para que seu planeta Natal possa sobreviver. Para isso ele precisa recuperar um cajado que foi usado por Merlin na Idade Média. Enquanto isso, os humanos já não toleram mais os robôs gigantes criando a Força de Reação, a Transformers, assim criando uma guerra entre Homens e Robôs. Em Transformers: O Ultimo Cavaleiro, seguimos a história de Merlin, Rei Arthur e a távola redonda e seus guerreiros, mostrando que a briga intergaláctica acontece já há muitos milênios na Terra.
    Sim o quinto filme da franquia apresenta novos personagens que trazem toda uma nova vibe para as telas, fazendo um jogo entre humores diferentes que não te deixam ter demais de um ou outro. Dessa vez temos o centro da história ligada a uma mulher descendente de Merlin.
    Aqui Cade ganha um par romântico, a professora inglesa Vivian Wembley (Laura Haddock), que aparentemente tem uma ligação forte com toda a história para conter a destruição da Terra. Laura Haddock (onde vemos que Michael Bay sofre do problema de qualquer cara, onde ainda é apaixonado pela ex namorada, e que quando pula pra outra, arruma uma com a mesma cara da dita cuja, pois essa atriz é A CARA DA MEGAN FOX!), onde o primeiro trás certo vigor a série, e a segunda se mostra mais útil do que a própria Megan Fox nos dois primeiros, e vê-la junto de Walhberg é muito mais interessante e combina mais com a saga, do que o Shia LeBeouf com aquela. Os dois são convocados pelo Sir Edmund Burton (Anthony Hopkins), um lorde inglês que lutou na segunda guerra com o transformer Bulldog.
    Izabella (Isabela Moner) uma garota de rua que cresceu órfã e vive ao lado de um transformer sucateado chamado Sqweeks.
    Sobre os personagens: um personagem que se destacou entre todos, um mordomo Transformer que acompanha um dos personagens mais importantes do filme. Bumblebee foi o maior destaque dos Transformers, foi bacana mostrarem mais do seu potencial e origem.
    A quantidade já esperada de computação gráfica presente faz da fotografia algo notável, especialmente em aspectos chave e enquadramentos de efeito da produção.
    O ponto positivo dessa franquia é as cenas de ações, com imensa qualidade e detalhes de lutas. Qualidade de áudio e vídeo, filme especializado para IMAX, ótimas cenas de ação. Também é dificil perceber qual é o meio e o fim do filme, passa correndo. Mas um filme de ótima qualidade audio visual e com grandes cenas de ação, e também apresenta uma dose de humor

    Mesmo com todas as falhas possíveis dentro da trama, a produção deste filme é algo indiscutível em questão de desenvolvimento das cenas e efeitos especiais. São 2h40 de duração, mas de um vislumbre de cenas incríveis tanto das cenas em slow motion como as que mostram com mais detalhes os Transformers e a grandeza de seu universo.

    Trailer do Filme:

    postado por: redacao | 20 jul 2017

    Nossa equipe foi assistir o filmaço da Mulher-Maravilha legendado é claro, e fizemos nossa crítica confira abaixo:

    O filme conseguiu convencer?

    Sim! Diana Prince, representa o que há de melhor entre nós, ela tem empatia, inocência, garra, senso de justiça e, principalmente, ela é uma mensagem de esperança. Não só para o mundo dos homens, como para Temisciria. Se as amazonas já estão cansadas e marcadas pela guerra que as levou à ilha paraíso, Diana possui um senso de aventura e determinação que a torna não só a emissária perfeita, como também a heroína amazona que o mundo precisa. Diana não é um poço de niilismo e tragédia como o Batman e o Superman do universo cinematográfico da DC, ela é capaz de ver a tragédia, de hepatizar de verdade com aqueles que sofrem, de querer ajudá-los e de se preocupar com o que vem depois de seus atos. Não é sobre o umbigo de Diana, não é sobre revanche, é sobre a humanidade.
    Mulher Maravilha e Gal Gadot são uma única pessoa, tanto que é visível todas essas camadas de Diana de maneira incrível, a atriz consegue acertar não só a postura de princesa guerreira, mas também o de uma garota que apesar de curiosa com um mundo novo, não compreende suas regras machistas e por vezes repugna muitos de seus aspectos. Fisicamente ela se impõe como guerreira sem que nos faça duvidar de todo o seu poder. Sua humanidade nos torna próximos aind amais da heroína, quem não queria desistir dos seres humanos egoístas e sem compaixão nenhuma?
    “Entertainment Weekly”, que analisou a quebra dos padrões masculinos em filme de heróis. “É deliciosamente irônico que em um gênero em que os meninos parecem ter toda a diversão, uma heroína e uma diretora são as que mostram para os rapazes como se faz”, escreveu Chris Nashawaty. Mark Hughes, da “Forbes”, ficou impressionado pelas locações e o uso inteligente da computação gráfica, e elevou o filme a clássico. “‘Mulher-Maravilha’ é uma eletrizante conquista cinematográfica. Performances incríveis e visuais impressionantes fazem um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos”.
    “Na recente enchente de filmes de heróis, muitos acabam sendo bons”, opinou Alonso Duralde, do “The Wrap”, e acrescentou: “Mas ‘Mulher-Maravilha’ se qualifica como um dos poucos excelentes” Lindsey Bahr, da Associated Press, afirmou que o filme tem suas falhas, mas que o produto final é gratificante. “Não é perfeito, mas é constantemente bom, algumas vezes excelente e excepcionalmente dá para ver novamente”. “Basta ver a imagem confiante de Gal Gadot sozinha em um campo de batalha já perdido com apenas um escudo, uma espada e uma missão – e prevalecendo. É o suficiente para causar arrepios”, concluiu.

    A sequencia do filme pode ser anunciada com detalhes de ano e início de filmagens ainda este mês na DCC, vamos cruzar os dedos neh!

    Música do final do filme: To Be Human – Sia (mais…)

    postado por: Isabela Soares | 13 abr 2017

    Jude Law é o mais novo astro do cinema a se juntar ao universo de Harry Potter. O ator britânico foi confirmado nesta quarta-feira como o escolhido para fazer o papel do mago Dumbledore, ainda na fase jovem, na sequência de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’.

    “Jude Law é um ator fenomenalmente talentoso cujo trabalho eu admiro há tempos, e estou ansioso pela oportunidade de finalmente trabalhar com ele”, afirmou o diretor David Yates, em comunicado oficial. “Sei que ele capturará de forma brilhante todas as facetas inesperadas de Alvo Dumbledore enquanto J. K. Rowling revela esse momento diferente em sua vida.”

    Além de Law, já estão confirmados no elenco Eddie Redmayne, que retoma o papel do protagonista Newt Scamander, e Johnny Depp como o vilão Gellert Grindelwald.

    O segundo ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ chega aos cinemas em novembro de 2018. Depois dele, já estão previstos mais três filmes da franquia.