Untitled Document
  • Arquivo de 'Críticas'



    postado por: redacao | 20 jul 2017

    Nossa equipe foi assistir o filmaço da Mulher-Maravilha legendado é claro, e fizemos nossa crítica confira abaixo:

    O filme conseguiu convencer?

    Sim! Diana Prince, representa o que há de melhor entre nós, ela tem empatia, inocência, garra, senso de justiça e, principalmente, ela é uma mensagem de esperança. Não só para o mundo dos homens, como para Temisciria. Se as amazonas já estão cansadas e marcadas pela guerra que as levou à ilha paraíso, Diana possui um senso de aventura e determinação que a torna não só a emissária perfeita, como também a heroína amazona que o mundo precisa. Diana não é um poço de niilismo e tragédia como o Batman e o Superman do universo cinematográfico da DC, ela é capaz de ver a tragédia, de hepatizar de verdade com aqueles que sofrem, de querer ajudá-los e de se preocupar com o que vem depois de seus atos. Não é sobre o umbigo de Diana, não é sobre revanche, é sobre a humanidade.
    Mulher Maravilha e Gal Gadot são uma única pessoa, tanto que é visível todas essas camadas de Diana de maneira incrível, a atriz consegue acertar não só a postura de princesa guerreira, mas também o de uma garota que apesar de curiosa com um mundo novo, não compreende suas regras machistas e por vezes repugna muitos de seus aspectos. Fisicamente ela se impõe como guerreira sem que nos faça duvidar de todo o seu poder. Sua humanidade nos torna próximos aind amais da heroína, quem não queria desistir dos seres humanos egoístas e sem compaixão nenhuma?
    “Entertainment Weekly”, que analisou a quebra dos padrões masculinos em filme de heróis. “É deliciosamente irônico que em um gênero em que os meninos parecem ter toda a diversão, uma heroína e uma diretora são as que mostram para os rapazes como se faz”, escreveu Chris Nashawaty. Mark Hughes, da “Forbes”, ficou impressionado pelas locações e o uso inteligente da computação gráfica, e elevou o filme a clássico. “‘Mulher-Maravilha’ é uma eletrizante conquista cinematográfica. Performances incríveis e visuais impressionantes fazem um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos”.
    “Na recente enchente de filmes de heróis, muitos acabam sendo bons”, opinou Alonso Duralde, do “The Wrap”, e acrescentou: “Mas ‘Mulher-Maravilha’ se qualifica como um dos poucos excelentes” Lindsey Bahr, da Associated Press, afirmou que o filme tem suas falhas, mas que o produto final é gratificante. “Não é perfeito, mas é constantemente bom, algumas vezes excelente e excepcionalmente dá para ver novamente”. “Basta ver a imagem confiante de Gal Gadot sozinha em um campo de batalha já perdido com apenas um escudo, uma espada e uma missão – e prevalecendo. É o suficiente para causar arrepios”, concluiu.

    A sequencia do filme pode ser anunciada com detalhes de ano e início de filmagens ainda este mês na DCC, vamos cruzar os dedos neh!

    Música do final do filme: To Be Human – Sia (mais…)

    postado por: Isabela Soares | 13 abr 2017

    Jude Law é o mais novo astro do cinema a se juntar ao universo de Harry Potter. O ator britânico foi confirmado nesta quarta-feira como o escolhido para fazer o papel do mago Dumbledore, ainda na fase jovem, na sequência de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’.

    “Jude Law é um ator fenomenalmente talentoso cujo trabalho eu admiro há tempos, e estou ansioso pela oportunidade de finalmente trabalhar com ele”, afirmou o diretor David Yates, em comunicado oficial. “Sei que ele capturará de forma brilhante todas as facetas inesperadas de Alvo Dumbledore enquanto J. K. Rowling revela esse momento diferente em sua vida.”

    Além de Law, já estão confirmados no elenco Eddie Redmayne, que retoma o papel do protagonista Newt Scamander, e Johnny Depp como o vilão Gellert Grindelwald.

    O segundo ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ chega aos cinemas em novembro de 2018. Depois dele, já estão previstos mais três filmes da franquia.

    postado por: redacao | 09 fev 2017

    Aos leitores de Cinquenta Tons Mais Escuros, sequência do estrondoso sucesso de 2015 Cinquenta Tons de Cinza, vocês sabem o que vão encontrar cenas bem fiéis ao livro. Confesso que o filme conseguiu me surpreender. A primeira cena, um flashback da infância de Christian Grey, nos remete imediatamente ao livro, os fantasmas do passado do Grey em um sonho. A partir deste momento, todos estamos com pena e solidários a criança agora adulta com sua vida cheia de tons escuros. A complexidade que Christian Grey carrega consigo é muito mais profunda nesse segundo filme. Uma infância traumática que o fez se transformar em um homem incapaz de manter alguém que ama por perto.
    Quando os dois finalmente se encontram e o bilionário pede a ela que volte, Ana impõe seu contrato: sem regras. A jovem não quer mais ser submissa ao namorado sado. O casal tenta unir-se novamente, após a separação ao fim do longa anterior. Para provar, na primeira cena sensual é ela quem mantém o parceiro de joelhos. Embora Anastasia demonstre prazer na relação de dominação/submissão, ela revela também desconforto no fato de Christian sentir-se atraído pela dor alheia. E enquanto os atores parecem mais à vontade nos papéis, o filme, assim como o livro, se mostra indeciso sobre como abordar a questão do fetiche. Ambos os produtos tratam a relação sadomasoquista com relativa normalidade: há ênfase no consentimento dentro dos jogos eróticos e pouco exotismo ou estereótipos. o sadomasoquismo é representado pelo uso de acessórios nada ousados e uma massagem erótica bem distante do chicotinho visto no primeiro longa. A dor agora não é mais física, é emocional. Cinquenta Tons mais Escuros, se beneficia em relação ao primeiro filme, devido a trama mais romântica e mais leve, as cenas de sexo, que acabam sendo a “grande atração” da franquia, são mais prazerosas, para o espectador é visível que Ana sente imenso prazer com os jogos e nenhuma dor mais. Ana consegue ser ouvinte dos traumas vividos por Grey, ele vai deixando seus segredos mais escuros virem a tona. E Ana consegue finalmente tocá-lo em seu peito, não mais sendo impedida, agora é o próprio Grey que pega a sua mão e encosta em seu peito, mostrando assim que ele é dela. Ana não se impõe tanto as ordens de Grey, ela está mais preocupada em manter sua relação com ele, é claro que ela quer entrar em seus jogos, e as cenas são bem conduzidas, afinal quem ali na poltrona não queria estar no lugar da Ana?
    As visões de empreendedorismo do bilionário, são deixadas um pouco de lado, ele sai para velejar com Ana, mais tarde consegue pensar em ter uma vida a dois, aproveitando cada momento ao lado de Ana. Sobre os personagens novos, começaremos falando das duas personagens introduzidas neste filme têm um potencial de mistério, mas são facilmente descartadas. A primeira delas é Leila (Bella Heathcote), ex-submissa de Grey, que transtornada com a morte do marido, quer o lugar de Anastasia. Leila mostra a Ana o lado dominador de Grey, mesmo ele e leila terem terminado seu relacionamento, ela é uma submissa obediente. Kim Basinger, como Elena Lincoln (também conhecida como Mrs. Robinson), amiga de Grace que iniciou Grey no arte do sadomasoquismo, a atriz protagoniza aqui uma cena sem sal, com direito a drinque no rosto e bofetada. O destaque entre os novos personagens, é o chefe abusivo de Anastasia (vivido por Eric Johnson), sim ele é sexy, canalha e charmoso. Este poderia ter sido bem mais aproveitado, usando a dinâmica de pose que o Grey quer ter sobre Anastasia e causando um triangulo pra lá de apimentado, mas isso não acontece. A cena final é intrigante ao mostrar uma foto, ela nos remete a uma vingança. O casal comemorando e um ser inflamado por ira!

    Cinquenta Tons Mais Escuros foi filmado simultaneamente com sua terceira sequência chamada Cinquenta Tons de Liberdade, dando a possibilidade do filme ter cenas do próximo capítulo, ou seja, há cenas pós créditos.

    postado por: redacao | 20 jun 2016

    O filme é uma adaptação do livro homônimo de Jojo Moyes, autora de diversos títulos com protagonistas femininas, normalmente marcados por histórias cotidianas, reflexões existenciais e algumas lágrimas incontroláveis.

    Não pense muito em mim.
    Não quero que você fique toda sentimental. Apenas viva bem.

    Apensa viva…
    Will Traynor

    Louisa, é uma garçonete do café amável em uma cidade Inglês. Encontramo-la no dia em que perde o emprego, jogando a lutar família alargada em turbulência. Louisa – ou Lou, como é chamada – tem poucas habilidades, mas consegue uma entrevista na propriedade grande Traynor.

    Acontece que o trabalho envolve cuidar do filho da família, Will. Nós nos encontramos Will no prólogo; ele era um arrojado, extremamente banqueiro de Londres bonito, com um gosto por esportes radicais quando um dia, ele saiu de casa e foi atingido por uma motocicleta, paralisando-o do pescoço para baixo.
    Depois de uma breve entrevista com a mãe de Will, Lou começa o trabalho. Sua tarefa será a de proporcionar alegria, uma vez que as necessidades médicas de Will já são atendidos por uma enfermeira (embora o filme mostra que quase nenhuma dessas). Mas Will é amargo e principalmente em silêncio. Ele primeiro cumprimenta Lou com uma impressão impertinente “Meu Pé Esquerdo”, em seguida, passa a ignorá-la ou atirar farpas sobre seu guarda-roupa caprichosamente maluco, que inclui sapatos leprechaun (um traço de Lou do que é bonito, até que ele fica chato.)
    Mas Lou é determinada, e em breve (muito cedo, dramaticamente falando) Will apresenta ao calor de seu sorriso. Ele apresenta a filmes com legendas. Ela recebe-lo a vir para fora no sol. Ela o leva para as corridas de cavalos. Ela ainda recebe-o a assistir a um concerto de fantasia.

    Sam Claflin por sua vez, expõe logo de cara uma expressão fechada, que vai se desfazendo no decorrer do filme e é aí que o grande sucesso está. Já vimos Clafin tão galante e encantador um príncipe, mas aqui temos algo, tal horas dramático e logo após o galante sedutor de sempre, impossível não amar vê-lo despir-se de sua carranca com um belo e doce sorriso.

    Os dois atores não poderiam ter interpretado melhor Louisa e Will, e talvez outros dois não dariam ao filme o sucesso atual.Houve quem subestimasse o talento de ambos para filmes românticos (apesar de Sam ja ter trabalhado), mas o relacionamento entre os dois flui de forma tão natural, que faz com que todos torçam para um final feliz.

    O poder emocional do filme é inegável; soluços foram ouvidos durante todo o último terço do filme. Mas, é menos um filme sobre uma “deficiência”, do que uma linda celebração da amizade, amor, e descoberta.
    Embora seja uma trágica história de amor, é também grosseiramente hilariante. A capacidade de Lou e Will para fazer a luz de suas situações permite-lhes fazer valer a verdade de sua experiência. E, é isso que torna o filme tão devastador: estes são aparentemente pessoas reais com problemas reais e verdadeiros sentimentos. E por causa da tangibilidade do filme, todos são assegurados para se juntar ao coro de choro: chorando por Will, chorando por Louisa, chorando por suas famílias, e mais significativamente, chorando por si mesmo.
    Ainda assim, é importante ressaltar que o roteiro de Como Eu Era Antes de Você, o filme, foi escrito pela própria Jojo Moyes. Ou seja, todas as restrições e simplificações feitas, seja de situações, personagens ou até emoções, vieram da própria criadora de tais personagens – o que traz ao filme um certo habeas corpus em relação às reclamações neste sentido. Se não justifica tais decisões, ao menos ameniza.Com poucas mudanças –irrelevantes– ao livro, Me Before You é muito bem adaptado ao cinemas, com todos os pequenos detalhes . O longa faz a intercalação entre o drama e a comédia nos momentos certos, o que deixa o público não cansar só do drama.
    A trilha sonora é excelente, com grandes ícones da musica: Ed Sheeran com seus sucessos e Imagine Dragons com a musica tema do filme que finaliza com chave de ouro pra refletir a história de amor de Jojo Moyes, autora do livro.

    Para dar aqueles que você ama o dom de si mesmo, não importa as limitações que você enfrente, é muito mais compassivo do que negar-lhes a sua vida.

    Se você ainda não foi assistir “Como Eu Era Antes de Você” eu sugiro que vá, mais que um filme é uma lição de vida de um recomeçar que pode estar reservado a qualquer um de nós através de nossas escolhas.

    postado por: redacao | 31 maio 2016

    Recentemente, Chloe bennet de Agents of SHIELD declarou estar insatisfeita com a falta de atenção com a qual a Marvel tem tratado a série da ABC. Agora foi a vez de Willa Holland, participou da MCM London Comic Con, e quando questionada sobre a separação do universo cinematográfico da DC e do universo da televisão, a atriz comentou sobre como todos pensaram que Stephen Amell e Grant Gustin interpretariam seus respectivos personagens no cinema, e a decepção ao descobrirem que seria tudo separado.

    “A Marvel conseguiu fazer as coisas do jeito dela. A união da série com os filmes. Eu fico um pouco chateada, pois vemos que as coisas podem ser feitas. Mas agora, vamos dar ao mundo duas versões diferentes do Flash de uma vez!”
    A atriz tem um ponto interessante. Muitas das tramas apresentadas em filmes e séries do gênero já são um tanto confusas para o público que não as acompanha frequentemente, imaginem como será quando os mesmos personagens começarem a dar as caras nas telonas e na TV.
    Willa também falou sobre como os filmes tem influenciado as séries de maneira negativa, prejudicando a trama e os fãs. “Nós tivemos que acabar com o Esquadrão Suicida. Era impossível comprar essa briga. Quando a Warner decidiu utilizar o time nos cinemas, tivemos que cortar todos os personagens das séries, antes mesmo de explorar o seu potencial.”
    Ela continua. “É frustrante. Por mais que haja um filme da Liga da Justiça a caminho, Stephen Amell continuará fazendo o Arqueiro Verde e Grant Gustin, o Flash. Por que outros personagens não podem continuar? Mesmo assim, não adianta reclamar agora. Quando eles dizem não, nós só abaixamos a cabeça e aceitamos.”

    FONTE: COMICBOOKMOVIE