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  • Arquivo de 'Críticas'



    postado por: redacao | 24 maio 2016

    Esquadrão Suicida foi exibido em uma sessão-teste e alguns fãs publicaram as suas primeiras reações no Twitter.

    SOBRE A SESSÃO: Além disso, Batman tem tempo de tela tanto no Esquadrão Suicida como Homem-Aranha tinha na Guerra Civil. Muito mais do que eu estava esperando.

    Sem detalhes sobre a trama ou os personagens, os breves depoimentos sobre o longa são positivos, destacando as atuações de Margot Robbie (Arlequina), Jared Leto (Coringa) e Cara Delevingne (Magia).

     

     

     

    “É bom ser mau … Monte uma equipe com os mais perigosos e aprisionados vilões do mundo, entregue a eles o arsenal mais poderoso à disposição do governo, e os envie em uma missão para derrotar uma entidade insuperável e enigmática. A oficial de inteligência dos Estados Unidos, Amanda Waller (Viola Davis), criou um grupo secreto envolvendo somente indivíduos desprezíveis, com nada a perder. No entanto, quando eles percebem que não foram escolhidos para ter sucesso, mas para serem culpados quando falharem, será que o Esquadrão Suicida vai morrer tentando ou decidir que é cada um por si?”

    O elenco de Esquadrão Suicida ainda tem Will Smith como Pistoleiro, Margot Robbie como Arlequina, Jared Leto como Coringa, Jai Courtney como Capitão Bumerangue, Cara Delevingne como Encantadora, Joel Kinnaman como Rick Flagg, Jay Hernandez como El Diablo, Karen Fukuhara como Katana, Adam Beach como Slipknot e Ray Olubowale como Tubarão-Rei.

     

    Esquadrão Suicida chega aos cinemas em 5 de agosto.

    postado por: redacao | 06 abr 2016

    O filme explica um pouco sobre a origem de Batman, mostrando o assassinato e o enterro dos 
    seus pais. 
    O filme tem uma pegada bem filosófica ao falar sobre como o poder é usado, e como 
    amedronta ou fortalece as pessoas. No caso do Superman, ele é inicialmente visto como um 
    ícone, um homem bonzinho que salva a todos, mas Batman vê algo diferente. O homem 
    morcego vê alguém que traz somente destruição ao seu redor, salvando poucos e condenando 
    a muitos. 
    Por trás dessas ideias, eis que surge Lex Luthor, que está obcecado em explorar os mistérios 
    acerca da nave Kryptoniana deixada na terra tempos antes, e dessa obsessão, nasce o grande 
    vilão do filme, mas iremos falar disso depois.
    Bruce Wayne desconfia de Lex e começa a investigá‐lo, assim como Diana Prince, a Mulher‐
    Maravilha, o que acaba gerando alguns esbarrões entre os dois no filme. Diana aparece no 
    filme de uma forma bastante considerável, mas sua maior aparição é apenas no final.  
    Com as investigações, Bruce acaba descobrindo informações sobre quatro Meta‐Humanos: 
    Mulher‐Maravilha, Ciborgue, Aquaman e Flash. Nessa mesma cena ele recebe um aviso do 
    Flash em um sonho, dizendo que Louis Lane é a chave.
    A situação se torna difícil para o Superman depois de uma explosão durante uma sessão de 
    justiça, onde uma bomba explode e mata várias pessoas, sendo Clark o único a sobreviver, e é 
    tomado como suspeita do que aconteceu.
    A tão esperada batalha de Batman e Superman tem seu estopim quando Lex chantageia Clark 
    e matar o Batman em troca da vida de sua Mãe, que havia sido tomada em cativeiro. 
    A luta acontece, mas Louis chega e revela as reais intenções de Lutor. Batman salva a mãe de 
    Clark, e Kent vai para a nave de Krypton, ao encontro de Lutor, que revela o seu novo 
    experimento utilizando a tecnologia alienígena: O Apocalipse. 
    Apocalipse gera tanta confusão dentro do filme ‐ incluindo uma explosão nuclear!‐ que eis que 
    surge a Mulher Maravilha! A batalha é intensa, e temos uma pequena prévia do que 
    poderemos ver da Diana em seu filme solo, mas o confronto termina em uma perda, de quem?
    SUPERMAN. Isso mesmo, o homem de aço, ao enfiar uma lança de Kryptonita, a única arma 
    que poderia destruir o monstro, acaba morto. Mas, sério, não dá pra acreditar que o homem 
    de ferro morreu não é? Bem, ele esta morto até o final do filme, por assim dizer, já que o 
    caixão dele se mexe durante o enterro. 
    Ainda sobre o final, vemos Wayne falando com Diana sobre os Meta‐Humanos, diz que vai 
    encontrá‐los.
    O filme preparou perfeitamente o território para o vindouro Liga da Justiça, introduzindo 
    novos personagens, mesmo que alguns vejamos só de relance, como Ciborgue e Aquaman. 
    Mas em alguns pontos, acaba por se tornar cansativo, por ter algumas sequências de cenas 
    bastante “paradas” para um filme de super heróis, compensando no final, onde há varias 
    sequências de luta. 

    CRÉDITOS: ALONSO F.

    postado por: redacao | 04 abr 2016

    Quatorze anos após o lançamento do primeiro filme, que fez um enorme sucesso na época, tanto de público quanto de crítica, “Casamento Grego 2” chega esse final de semana aos cinemas de todo o país. Por mais que se apoie na mesma fórmula do original, houve certo questionamento se essa continuação realmente conseguiria repetir o mesmo feito do seu antecessor. E mesmo com algumas falhas de roteiro, uma direção fraca e com tiradas cômicas ultrapassadas, o filme consegue surpreender e trazer boas gargalhadas ao público.
    Casados há mais de 15 anos, Toula (Nia Vardalos) e Ian (John Corbett), começam a ter problemas para manter o romance entre tantos comprometimentos profissionais, pessoais e familiares. Entre esses problemas, há Paris (Elena Kampouris), filha do casal, que já é uma adolescente. Ela se sente reprimida, está prestes a se formar no colégio e sonha em entrar numa universidade longe de Chicago. Além disso, há também a situação com os pais de Toula, Gus Portokalos (Michael Constantine) e Maria (Lainie Kazan), que descobrem que sua certidão de casamento não foi assinada e, portanto, precisam se casar novamente, dessa vez oficializando todo o cerimonial.
    Por mais que o filme possua várias tramas paralelas, que garantem o humor em boa parte do longa, o roteiro, escrito pela protagonista do filme, Nia Vardalos, possui algumas falhas. Entre elas, a de não ter um conflito central em sua própria história, o que acaba fazendo com que o longa se perca um pouco, comprometendo o desenvolvimento narrativo. A direção, de Kirk Jones, é bastante previsível, mas o filme se destaca mesmo pela ótima dinâmica e simpatia do elenco. O ator Michael Constantine é um dos grandes destaques. Ele rouba a cena ao interpretar Portokalos, sendo o responsável pelos momentos mais cômicos do filme. Nada no filme é gratuito ou apelativo, e as piadas são boas. Outro ponto alto do filme é justamente aquilo que ele se propõe a fazer, o humor. Há bastante confusão e brigas na trama, o que garante também, boas surpresas.
    Não é nada fácil fazer uma continuação de um filme que já fez um grande sucesso, ainda mais após tanto tempo.
    Mesmo apostando em uma fórmula já ultrapassada e sem uma trama central de destaque, o filme garante o bom humor e a diversão para todos, graças a eficiência e a simpatia do seu elenco.
    “Casamento Grego 2”, apesar de ter algumas pequenas falhas, consegue sim se manter fiel ao seu original, apostando em um humor leve e em piadas inofensivas, tornando-se, por fim, uma agradável surpresa.

    ASSISTA AO TRAILER E CORRA PARA O CINEMA:

    postado por: redacao | 25 mar 2016

    Em Zootopia, os animais vivem harmoniosamente em uma cidade delineada por habitats diferentes, porém sem jamais esquecer que podem coexistir juntos como se fossem uma única espécie. Nessa sociedade, os cargos de policiais são designados para animais grandes, porém, essa estrutura social é rompida com a chegada da coelha Judy Hopps (voz de Monica Iozzi). Usando de grande inteligência, sensatez e agilidade, ela é aprovada com louvor pela academia. Mas, ao sair do interior e chegar à cidade grande, ela se depara com muitos preconceitos e percebe que, para realizar o seu grande sonho em ser uma destemida policial, irá precisar enfrentar muitos obstáculos.
    Logo em seu primeiro dia no ofício, Judy acaba indo parar no tedioso trabalho de fiscalização de vagas de automóveis. Entretanto, determinada a comprovar sua coragem, ela embarca em uma aventura repleta de ação e humor, junto com o malandro raposo Nick Wilde (voz de Rodrigo Lombardi), para solucionar um grande e misterioso caso.
    Dirigido por Byron Howard (“Enrolados” e “Bolt”) e Rich Moore (“Detona Ralph”), esse é o 55º longa de animação do Estúdio Walt Disney, e prova mais uma vez que, continua tendo o poder de surpreender seus fãs cada vez mais. O roteiro, escrito por Jared Bush e Phil Johnston (“Detona Ralph”), mescla muito bem a ação, a aventura e o bom humor, fazendo a festa para a criançada. Mas também consegue entregar uma história que aborda, de uma forma mais aprofundada, temas como preconceito, tolerância e autoafirmação.
    Mesmo sendo fruto de uma nova fase do estúdio Disney, Zootopia aposta em uma velha combinação de fatores que agradam tanto as crianças quanto aos adultos, misturando ação, aventura e comédia, conquistando assim, todos os gostos possíveis.
    Em boa parte do tempo, claro, este tema é desenvolvido de forma sutil, permitindo que os adultos captem as nuances com mais facilidade (em certo ponto, por exemplo, Judy explica que “só um coelho pode chamar outro de ‘fofo’”). Da mesma forma, quando um(a) policial faz um discurso autocrítico sobre ter falhado ao tratar uma espécie de maneira preconceituosa, não é necessário muito esforço para contextualizar a fala diante da recorrente violência policial sofrida por minorias – e, neste caso, é igualmente importante reparar como o(a) personagem em questão reconhece ter agido com preconceito mesmo se considerando esclarecido(a), refletindo o racismo institucional infelizmente ainda tão presente no mundo.

    Como se não bastasse, Zootopia ainda aborda o modo como o medo é constantemente empregado para provocar uma submissão da sociedade aos interesses dos poderosos, revelando-se surpreendentemente mais político do que poderíamos imaginar diante do tipo de mensagem inofensiva que a Disney costuma apresentar em seus longas. Para completar, o roteiro embala tudo em uma trama policial bem construída em seus mistérios e revelações.

    Ainda assim, apesar de todas as virtudes da obra, nada supera as danadas das preguiças, destaque para a última cena vocês vão rir muito.

    ASSISTA AO TRAILER E LEVE A SUA FAMÍLIA PARA O CINEMA:

     

    postado por: redacao | 15 mar 2016

    CONTÉM ALGUNS SPOILERS

    ABAIXO VOCÊ TERÁ UMA MESCLA DAS 4 CRÍTICAS INTERNACIONAIS QUE SAÍRAM DO FILME CONVERGENTE: HollywoodReporter, Thewrap,Timeout E Variety.

    Tris não previa jamais, o que estava do outro lado do muro. Sua imaginação, como a nossa, não tinha sido preparada para revelações emocionantes e desafiadoras. O que começou como algo indestrutível e maciço sobre uma sociedade apocalíptica – onde os cidadãos foram divididos em facções de carácter específico, se transformou simplesmente em uma ridícula parábola anti-eugenia (Galton definiu eugenia como “o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente” vulgo totalmente contra indivíduos Danificados ou impuros).
    Escolher detalhes do terceiro romance é complicado e um tanto controverso ao escrito por Veronica Roth, um trio novo de roteiristas para a série entregaram a primeira metade de um final de duas partes, o que diverge não só do material de origem, mas também do diretor, onde Robert Schwentke deixou as coisas no filme anterior Insurgente um pouco sem horizonte.
    Exceto, como “Allegiant” começa, o muro está de pé e guardas fortemente armados de Evelyn fazem todos os esforços para manter a cidade dividida do mundo exterior, onde, que tinha sido dito, “A humanidade espera por você com a esperança.” Running verticalmente -se a superfície de cimento, apenas cinco personagens conseguem atravessar a barreira aqui: Tris, seu irmão, Caleb , Four ( Theo James ); Christina (Zoe Kravitz); e Peter (Miles Teller).
    Agora, em seu lugar, Tris encontra o que parece ser um deserto marciano, onde a chuva é vermelha e tóxica e a esperança de vida está a apenas dois ou três décadas. Um campo de força futurista cria um segundo tipo de parede, este isolamento dos sobreviventes de algo chamado de “Guerra da Pureza,” cujos efeitos pós-apocalípticos supostamente explicaram a mudança radical de cenário. Apanhados por soldados armados, Tris e sua equipe são apresentadas a que resta de Chicago.
    Finalmente, após três filmes da série, poderemos descobrir porque a cidade foi configurada do jeito que é: Em algum momento indeterminado no futuro da América (e do passado “do Divergente”), o governo começou a brincar com o DNA humano, na tentativa de eliminar traços indesejáveis ​​(tais como um assim chamado “gene da morte”) a partir dos seus cidadãos. O esforço saiu pela culatra, e a nova população geneticamente modificada se levantou em uma rebelião, reduzindo os Estados Unidos para um deserto radioativo e forçando o governo a tomar medidas drásticas. No que parece ser um plano embaraçosamente ingênuo, Bureau em Chicago, encheu-se com os cidadãos geneticamente “danificadas” e impôs o sistema de facção para garantir a paz, efetivamente esperando que o genoma humano fosse se curar. Enquanto isso, usando tecnologia de vigilância incrivelmente sofisticado, esses cientistas monitoravam cada pequeno detalhe. Se seu objetivo era encontrar Divergentes, ele levanta a questão, por que eles não interviram durante o reinado genocida de Jeanine Matthews? – Ou agora, com uma guerra civil que não convence, mas é o que acontece entre Evelyn e ex-porta-voz da Amity Johanna (Octavia Spencer) uma luta sem precedentes.

    “Allegiant” introduz ainda outro vilão potencial, este um burocrata superficialmente benevolente chamado David (Jeff Daniels). David está obcecado com pureza genética, um conceito que ele incorporou a decoração de seu escritório branco imaculado, com a sua escadaria e torre de marfim local em forma de hélice. Além de Tris, David não parece se preocupar com qualquer uma das almas anônimas em Chicago.
    O diretor encena várias cenas com talento visual real, incluindo uma seqüência memorável onde vemos os efeitos de uma arma poderosa, as primeiras cenas permitiram a Schwentke e o supervisor de efeitos visuais Stefen Fangmeier honras pelos impressionantes efeitos da bola parada, protegendo Tris e seus botões com chuva ácida cor de sangue que escorre na paisagem apocalíptica.

    Personagens: Woodley sempre conseguiu fazer Tris e suas várias transformações – de Dauntless para Divergente, parecerem bem naturais, e ela o fez muito bem mais uma vez. James fez o Four muito bem ambientado sendo um forte soldado, mas doce em relação aos seus sentimentos com aqueles a quem ele se importa. Mas o grande e brilhante trunfo segue com Peter (Milles Teller) muitos querem odiá-lo, mas ele nos faz dar boas risadas, quebrando o clima do dramalhão. Enquanto o resto do elenco trabalha-lo através lotes de diálogo meia-boca.

    Embora “Allegiant” restaure o sentido constante de adaptação às novas informações do filme original, o público já não se identifica com qualquer pessoa em particular no longa. Para aqueles que se empolgaram com Tris e a idéia de que ela era de algum modo especial, Tris foi deixada de lado, enquanto Quatro sai em missões perigosas, indo a cidades onde David sequestra crianças para fins que o filme não explica satisfatoriamente. E é quando o plano de David vai por água abaixo, que ele conta com Peter para liberar gás de memória em Chicago, resultando em cenas risíveis em que os personagens citados acima tentam fugir entre as “nuvens de fumaça laranja”.

    De fato, dividir um livro em dois filmes resulta em uma narrativa que é duas partes set-up (arranjo). Enquanto os roteiristas conseguem obter entre levar de volta a cidade murada, em um empolgante resgate como um terceiro ato, “Allegiant” acaba com o clímax , deixando um ar de seriado de TV como fim de uma temporada. Com enredo de enormes lacunas, sim maiores do que “Insurgente”, Schwentke, recebe um dos piores desempenhos de qualquer filme deste escalão.

    A muito em jogo além das muralhas e muito a se enfrentar, e isso só veremos em Ascendent o ultimo filme da franquia Divergente em 2017.