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  • Arquivo de 'Livros'



    postado por: redacao | 23 jun 2016

    Em 2004, a Paramount adquiriu os direitos de adaptação da graphic novel Aleister Arcane, escrita por Steve Niles (30 Dias de Noite) e que acompanhava um apresentador de um programa de TV de terror forçado a sair do ar por vontade dos pais de uma comunidade em Oklahoma. Após a aposentadoria não planejada de Arcane, horrores inexplicáveis atingem a cidade. Mas a Paramount acabou não desenvolvendo o filme, e a adaptação mudou de mãos.
    O diretor Eli Roth e o ator Jim Carrey vão unir forças para levar Aleister Arcane para os cinemas. A história em quadrinhos original foi escrita por Steve Niles e ilustrada por Breehn Burns, começando a publicação pela IDW em 2004.
    Nos quadrinhos, Aleister Green era um homem que amava interpretar o apresentador Aleister Arcane em um programa noturno de horror em sua cidade natal. No entanto, ele é obrigado a tirar seu programa do ar e entrar em uma infeliz aposentadoria seguida por uma morte prematura. No entanto, Aleister deixou um pequeno presente para trás.
    De acordo com a Variety, história do filme vai focar em um grupo de crianças que fazem amizade com um homem velho e amargurado. Após sua morte, somente as crianças têm o poder de impedir que uma maldição que ele colocou sobre a cidade se concretize.

    postado por: redacao | 17 jun 2016

    FINALMENTE A SELEÇÃO O FILME ESTÁ AVANÇANDO PARA CHEGAR AS TELONAS
    Após o sucesso com “Como Eu Era Antes de Você”, Thea Sharrock já se mostra pronta para dirigir outra adaptação pela Warner Bros e seu novo projeto será A Seleção, primeiro livro da série homonima escrita por Kiera Cass.
    O time de produtores inclui Denise DiNovi & Alison Greenspan (Se eu ficar, Edward Mãos de Tesoura, Amor a toda prova, Golpe duplo) e Pouya Shahbazian (Divergente, Insurgente). O roteiro será escrito por Katie Lovejoy.

    No livro escrito por Kiera Cass, A Seleção é uma loteria na qual garotas de todas as castas são selecionadas para ter uma chance de se casar com o Príncipe Maxon. America Singer, uma garota de 17 anos, não tem interesse nenhum em participar da Seleção, particularmente porque ela já está apaixonada pelo seu namorado secreto, Aspen.

    Aspen insiste para que ela entre para ter uma chance de vida melhor, e em um turbilhão de eventos, ela é escolhida e acaba no castelo competindo pelo coração do príncipe. É o Bachelor que encontra Cinderella, e um triângulo amoroso do YA.

    postado por: redacao | 17 jun 2016

    Quem é você, Alasca? não vai mais ganhar uma adaptação cinematográfica. Parece que o público vai continuar sem saber quem é Alasca Young.

    John Green publicou uma série de mensagens em seu Twitter na tarde desta quinta-feira e declarou que qualquer projeto de adaptação não está mais em desenvolvimento.

    “Já que isso tem tantos RTs, eu acho que devo dizer: Não haverá filme de Looking for Alaska (do meu conhecimento, pelo menos)”, escreveu ao dar um retweet em um cartaz feito por fã.

    “Eu não tenho controle sob os direitos do filme de Quem é você, Alasca?. Do meu conhecimento, a Paramount (que detém os direitos) não tem planos.”

    a sua página do Tumblr, o autor respondeu a uma pergunta e detalhou os pormenores.

    “(…) Josh Schwartz escreveu um ótimo roteiro, o tipo de roteiro que é tão bom que nenhuma instituição pró-lucrativa investiria dez milhões de dólares para fazê-lo, então provavelmente nunca o será.

    Isso me deixa triste? Não.

    (…)

    Quem é você, Alasca? tem uma vida incrível. As pessoas ainda o estão lendo pela primeira vez (…) e elas ainda recomendam aos amigos (…) Muitos dos leitores de Alasca sentem uma conexão intensa e particular com a história e os personagens, e eu estou extremamente grato por isso. Caso eles fizessem o feito o filme, poderia ser brilhante, e certamente venderia muitos livros, mas os leitores inevitavelmente perderiam um pouco da conexão que têm com a história.”

    (…)

    Dito isso, se eles chegarem a fazer o filme, eu acho que pode ser um bom filme, e eu ficaria animado. Mas não estou esperando ao lado do telefone ou nada do tipo.”

     

    CRÉDITOS ADORCINEMA

    postado por: redacao | 13 jun 2016

    SINOPSE: Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Janson –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida. Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos.

    Rachel está com a sua vida pausada, nada de novo acontece e as únicas coisas que ela tem em mente são lembranças de um passado feliz que foi destruído por causa de uma traição. Sem emprego e viciada em álcool, seus dias são todos iguais, ela acorda com ressaca, vai para Londres de trem numa tentativa de despistar sua companheira de apartamento, bebe mais um pouco e se tortura com os pensamentos do que o seu ex marido Tom estaria fazendo com sua nova esposa Anna e sua filhinha, isso quando ela não cometia uma loucura como aparecer na sua antiga casa ou ligar para eles, implorando que o seu ex lhe concedesse um pouco de atenção.

    Em uma de suas voltas de Londres, ela olha para uma casa específica, um lugar que ela amava olhar porque sentia que o casal que morava ali possuía o tipo de amor que ela tinha com o Tom antes dele trocá-la por uma mulher menos problemática que ela. No entanto, ao invés de uma cena de amor protagonizada pelo casal, ela vê algo diferente, algo que pode explicar muito dos fatos que ocorreram depois que a mulher que morava naquela casa foi dada como desaparecida. Envolvida emocionalmente mais do que deveria, ela decide que precisa fazer alguma coisa para descobrir o que aconteceu com Megan. O que ela não esperava, era que na busca por encontrar respostas para aquela mulher, ela descobrisse mais sobre ela mesma.

    Já comecei a leitura desse livro com grandes expectativas, conforme fui conhecendo melhor a história da Rachel, comecei a comparar com outros personagens que já conhecia, fui gostando um pouco mais dela e me apiedando da sua situação (mesmo que o estado em que se encontra seja culpa dela). Ela é alcoólatra, é doente, é apaixonada pelo ex marido, tem problemas com a mãe e compulsão por pessoas que ela nem conhece, só imagina.

    Aos poucos ela vai se envolvendo no caso do desaparecimento e cada nova pista, cada nova lembrança, sempre acabava mudando toda a minha opinião sobre o caso. No fim, acabei desconfiando do que aconteceu antes de ler mas, nem isso diminuiu minha admiração pela história que a autora bolou. Os acontecimentos foram detalhados na medida, o que não deixou a leitura chata, muito pelo contrario, me fez imaginar todas as cenas com muita exatidão e fez com que minha leitura fosse fluida e rápida.
    Aos poucos passamos a conhecer um pouco sobre a origem do seu vício, um pouco sobre Tom e sua relação com Anna (sua atual esposa). A história retorna um pouco no passado, precisamente um ano antes, quando Megan começa a narrar coisas sobre o seu cotidiano. Seu estado emocional e um pouco do seu passado obscuro, desconhecido até por Sott, seu esposo (Jason – na cabeça de Rachel).
    A estrutura da trama me lembrou muito Garota Exemplar. E isso é um elogio, só para que fique claro – a estrutura é semelhante, mas a história criada por Hawkins é completamente original e viciante.
    A trama se desenvolve aos poucos e apenas no final é completamente esclarecida, mas a cada página uma informação nova é entregue ao leitor, a isso torna praticamente impossível uma pausa na leitura.

    Minhas expectativas pelo livro eram altíssimas, e confesso que eu estava com muito medo de me decepcionar. Mas não – a autora conseguiu me surpreender, pois não somente atendeu a tudo que eu esperava, ela superou minhas expectativas.
    Se você gosta de suspense, leia A Garota no Trem. Nada de comparar com Garota Exemplar. Dois livros muito bons, mas com um oceano de diferenças entre eles.

    A adaptação chega as telonas dia 24 de novembro deste ano!

    postado por: redacao | 27 maio 2016

    Capitão América é um dos super-heróis mais emblemáticos do universo Marvel. Isso é verdade no lado de quadrinhos, bem como os filmes, e esta semana traz a primeira edição de Capitão América: Steve Rogers #1 (capas e arte abaixo), a série que retorna Steve Rogers à sua juventude e vigor depois de passar algum tempo como um super soldado velho. Sam Wilson (Falcon) tinha sido preenchendo como Capitão América, mas é seguro dizer que os fãs estão animado para ver o caráter original de volta.

    Aviso: próximo texto abaixo contém spoilers.

    Através de flashbacks, está implícito que a CAP tem vindo a trabalhar com Hydra desde que ele era uma criança e eles ajudaram a proteger sua mãe.

    Capitão América: Steve Rogers # 1, hoje, termina com a revelação de que Steve Rogers é, e sempre foi, um agente secreto para a organização nefasta Hydra. Escritor Nick Spencer e editor Marvel Tom Brevoort falou com EW sobre a génese desta torção, o que significa para Sam Wilson, e enfatizou que sim, isso realmente é Steve Rogers.

    O escritor da primeira edição de Capitão América: Steve Rogers, Nick Spencer, conversou com o The Daily Beast e explicou a decisão. “Quando você decide fazer algo assim, não da pra esperar que as pessoas façam uma festa pra você.” Disse ele sobre as ameaças de morte que recebeu após o lançamento da revista. “Eu sabia que haveria uma resposta, eu esperava isso, mas em termos de magnitude e como as pessoas estão se manifestando, essa parte é surreal. Isso passou os limites do que eu esperava”.

    De acordo com o escritor, muitas das perguntas que os fãs estão fazendo serão respondidas na próxima edição. “Nós queremos deixar as coisas o mais claro possível.” Disse Spencer. “Portanto, agora que revelamos a grande surpresa, vamos voltar e explicar algumas coisas para você, que como um leitor, tem um ponto de vista muito mais claro”.
    Um dos pontos que mais preocupa os fãs é a mancha que isso pode deixar no legado do Capitão América, mas Spencer garante que não há motivos pra se preocupar. “Eu sei que hoje pode não parecer, mas essa revista é editada por Tom Brevoort, que tem protegido o legado do personagem há muito tempo.” Ele continua. “Tom não iria me deixar fazer qualquer coisa que colocaria em risco o legado do Capitão e como ele é visto”.

    Confira algumas pagina vazada abaixo:

    Ao fim da revista Captain America: Steve Rogers #1, vemos o herói patriota fazendo a saudação Hail Hydra cumprimento dos integrantes da Hydra, organização terrorista fictícia que tem relações com o nazismo. O fato se torna ainda mais chocante considerando toda a trajetória do herói, cuja edição de estreia, em março de 1941, retratava o bandeiroso esmurrando Hitler.

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    A história só deve chegar ao Brasil em 2017, já que a Panini, editora responsável pelas HQs da Marvel no país, trabalha com uma janela de cerca de um ano de diferença entre o que sai lá fora.

     

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