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  • Arquivo de 'Livros'



    postado por: redacao | 23 maio 2016

    E mundo da maravilhosa MULHER MARAVILHA ganha vida…..

    Mais uma Amazona confirmada para o elenco do filme solo da Mulher-Maravilha. Dessa vez a escolhida é Madeleine “Madde” Vall, uma lutadora sueca de MMA. O papel foi confirmado no instagram oficial de Madde.
    “Madde Vall acabou de voltar pra casa depois das filmagens de Mulher-Maravilha, onde ela interpreta um pequeno papel como a guerreira Amazona Egeria”, diz o post. “Último dia, última locação para filmagem… Saudade de vocês, pessoal”, dizia um segundo post, logo após a confirmação.mma

     

    Nos quadrinhos, Egeria é uma comandante no exército de Amazonas, criada por George Pérez, aparecendo pela primeira vez em Wonder Woman Annual Vol 2, de 1988. Ela não é uma personagem tão conhecida, mas ela sacrificou sua vida para deter o Hades.
    Confira a imagem divulgada por Madde na Itália, na última locação de filmagens do filme:

    postado por: redacao | 20 maio 2016

    O Homem-Formiga original, Hank Pym, retornou à Terra do Universo Marvel nesta semana, na edição nove de Uncanny Avengers. E o status do herói nessa Marvel Comics pós-Guerras Secretas está bastante modificado.

    Anteriormente, atormentado pela responsabilidade de ter criado Ultron, Pym se exilou no espaço na HQ Avengers: Rage of Ultron em 2015, depois de fundir seu corpo com a inteligência da máquina. Agora ele volta ao planeta na forma de um ciborgue: Hank Pym e Ultron são um só. O cientista mantém apenas parte de seu corpo orgânico, do peito para cima, mas em compensação tem os poderes da inteligência artificial que havia criado.
    A trama envolve a suspeita dos Vingadores sobre a estabilidade de Pym – um personagem que nunca primou por sua sanidade mental – agora que o cientista se refere a si mesmo e a Ultron como “nós”. O alcance dos poderes do antigo Homem-Formiga, porém, deve ser melhor mostrado nas próximas edições.

    hank

    Hank adotou a identidade de Jaqueta Amarela depois de, acidentalmente, se expor a um gás que lhe deu dupla personalidade. Somente quando uma de suas personalidades assumiu sua mente, Hank foi capaz de pedir Janet Van Dyne em casamento.

    Esse foi o ponto alto da fase de Jaqueta Amarela.

    Outro fato interessante ocorreu quando Capitão América enfrentava um vilão e Jaqueta Amarela interrompeu a luta atirando no vilão. Hank foi julgado pela primeira corte marcial dos Vingadores e durante um acesso de raiva acabou agredindo sua esposa.

    Hank adotou a identidade de Golias, na verdade, foi um bom herói. Hank assumiu essa identidade durante cerca de 30 edições (entre Homem-Gigante e Jaqueta Amarela) e alguns anos depois retornou para mais 20 volumes. O único problema é que essa foi uma identidade bem desnecessária, Golias era grande, mas ainda era um pouco menor que o Homem-Gigante. Parece meio bobo assumir uma nova identidade por conta de alguns metros de diferença.

    Hank como Homem Formiga, esse foi um período conturbado para nosso querido cientista, foi o começo de tudo, a primeira identidade de Hank Pym como herói. Foi sob o capacete, que lhe permitia comunicar-se com insetos, que o Homem-Formiga ajudou a fundar os Vingadores, mas também foi nessa fase que teve início seus acessos de loucura e Hank acabou se voltando contra o grupo que ele mesmo ajudou a criar. Além disso, Hank menosprezava seus próprios poderes e vivia se confrontando com seu eu interior. Temos de concordar que, como Homem-Formiga, Hank se comportou como um perdedor, espero que sua reputação nos cinemas seja diferente!

    Hank como Homem Gigante, acho que essa foi a única identidade que Hank Pym assumiu “sóbrio.” Enquanto trajava o uniforme de Homem-Gigante, Hank foi um herói exemplar. Quer dizer, isso se desconsiderarmos que ele só decidiu ficar com esse tamanho gigantesco para melhorar sua auto-estima. Mas cada um faz terapia do jeito que achar melhor, né?
    E convenhamos… como Homem-Gigante, Hank arrebentava.

    Estranho pensar desse jeito, mas a melhor identidade que Hank assumiu durante sua vida foi como o próprio Dr. Pym. Por quê? Nada de loucuras! Nada de depressão! Ele era um Vingador útil sem crises de existência e toda aquela baboseira. Além disso, poder encolher qualquer coisa e fazê-la voltar a seu tamanho original apenas com um toque é um poder sensacional! O cara poderia ter um arsenal inteiro na ponta dos dedos… Literalmente!

     

     

    postado por: redacao | 21 mar 2016

    A mais de três anos Alyson Noël vendeu os direitos de adaptação da série “The Soul Seekers” para a produtora Cheyenne Enterprises.

    The Soul Seekers

    O filme baseado na história de “The Soul Seekers” finalmente deve começar a tomar forma uma vez que a Cheyenne Enterprises firmou uma parceria com a Traziende Films que, por ser uma produtora mexicana, fará um filme com linguagem em espanhol.

    Publicada no Brasil pela Editora Leya, a série possui quatro volumes, sendo eles: “Sonhos”, “Místico”, “Eco” e “Horizonte”. A trama conta a história de Daire Santos, uma adolescente que descobre ser uma Buscadora de Almas com o poder de andar por outros mundos e dimensões. Daire faz parte de uma linhagem poderosa que, através dos tempos, vem garantindo o equilíbrio entre o bem e o mal.

     

    wssssAlyson Nöel é uma escritora americana de ficção, autora da prestigiada série Os Imortais, de spin-offs e livros independentes.

    Depois de deixar a escola, morou na em Mykonos, Grécia, depois de deixar o liceu, Troy High School (Califórnia). Em seguida mudou-se para o bairro Manhattan, Nova York, onde trabalhou como assistente da Delta Air Lines, uma grande companhia aérea. Atualmente vive em Laguna Beach, Califórnia.

    Em 2005, a jovem Alyson escreve seu primeiro: Faking 19, onde explora o estilo de vida do jovem contemporâneo.

    Alyson Noel ficou internacionalmente conhecida com a sua série de livros Os Imortais.O primeiro livro da série Para Sempre foi publicado em Fevereiro de 2009 e rápidamente se tornou um best-seller do New York Times. O segundo livro da série, Lua Azul foi publicado em 7 de Julho de 2009, seguindo de Terra de Sombras em Novembro do mesmo ano. Em 2010, o quarto livro, Chama Negra em Junho e o quinto volume, Estrela da Noite em Novembro. O sexto e último livro da série, Infinito foi publicado em 07 de Junho de 2011.

    Noël também escreveu os romances livros ‘Saving Zoë’, ‘Kiss & Blog’, ‘Art Geeks and Prom Queens’, ‘Cruel Summer’ e’ Laguna Cove and Fly Me to the Moon’.

    Outros livros
    Faking 19 (10 Fevereiro 2005)
    Art Geeks and Prom Queens (11 Agosto 2005)
    Laguna Cove (25 Julho 2006)
    Fly Me to the Moon (26 Dezembro 2006)
    Kiss & Blog (15 de Maio 2007)
    Saving Zoë (4 de Setembro 2007)
    Cruel Summer (27 de Maio 2008)
    Forever Summer (25 de Abril 2011)

     

     

    postado por: redacao | 16 mar 2016

    Os amantes de HQ vão pirar….Sim agora quem quiser ler o conteúdo podem acessar o SITE DA MARVEL , pois as revistas estão digitalizadas e disponíveis de graça.
    Entre a lista de edições recentes estão clássicos como Capitão América e Os Vingadores, Star Wars e raridades como Amazing Fantasy #15, de 1962. Além disso, há também a HQ de estreia do Homem-Aranha, cuja revista original custa, em média, US$ 200 mil.
    detalhe (5)
    HQ em Scan, Gratuita no site da Marvel
    Outros dos mais de 5 mil personagens que fizeram parte da infância de muita gente, como Hulk, Thor e Homem de Ferro também podem ser encontrados gratuitamente no site da editora, além do grupo de mutantes X-Men e do Quarteto Fantástico.
    No mundo “real”, o trabalho mais recente envolvendo a Marvel é o filme Os Vingadores, que estreou no Brasil no último dia 27 de abril. Na história, os heróis Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Gavião Arqueiro e Viúva Negra se reúnem em uma assembleia para acabar com os planos do vilão Loki.
    O filme já arrecadou mais de US$ 58 milhões nos cinemas brasieliros. Nas salas do continente norte-americano, bateu Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 e se tornou a maior estreia da história nos EUA e Canadá, quando arrecadou mais de US$ 200 milhões no fim de semana em que foi lançado.
    Confira as HQ’s de Star Wars que você deve ler, para poder ter uma compreensão melhor dos filmes e da história, além de algumas HQ’s mostrarem diferentes universos e acontecimentos na linha do tempo, acredito que a maioria das HQ’s citado no vídeo devem constar na lista da Marvel, pelo menos o que foi produzido pela editora.

    postado por: redacao | 16 mar 2016

    J.K. Rowling divulgou quatro contos sobre a história da magia na América do Norte, como uma preparação para Animais Fantásticos e Onde Habitam – filme spin-off da saga Harry Potter, roteirizado pela autora – que se situa nos Estados Unidos e chegará aos cinemas em novembro.

    Os textos intitulados “História da Magia na América do Norte” estão disponíveis no site Pottermore

    TESTO COMPLETO

    Primeiro Capítulo: Século XIV – Século XVII

    O primeiro conto divulgado explica a migração de bruxos e trouxas para a América do Norte, do século XIV ao XVII. No texto, publicado no Pottermore, J.K. Rowling explica que os bruxos sabiam da existência do “Novo Mundo” desde a Idade Média, ou seja, muito antes dos exploradores trouxas europeus, tanto por conhecerem outros meios de viagem mágica, como vassouras e aparatação, quanto também por terem visões e premonições.
    A autora conta que, em qualquer comunidade mágica, a proporção entre bruxos e não-bruxos era consistente e as atitudes dos não-majs (termo americano para os “trouxas” e “não-bruxos”) era a mesma. Entre os indígenas norte-americanos, alguns bruxos eram aceitos e até considerados xamãs por seu poder de cura ou por serem ótimos caçadores. Outros, porém, foram estigmatizados por aquelas tribos que acreditavam que eles estavam possuídos por espíritos maléficos. Uma lenda dizia que os animagos, conhecidos como “andarilhos de peles” – bruxos malígnos que podiam se transformar em qualquer animal -, sacrificavam parentes para obter poderes de transformação. Os rumores eram inventados por não-majs que fingiam ter poderes mágicos. Na verdade, a maioria desses animagos se transformava em animais para escapar de perseguições ou caçar para as tribos.

    Rowling também aponta que a principal diferença entre bruxos europeus e norte-americanos é o uso de varinha. Os indígenas da América não usam varinha – item inventado na Europa – e como produzir feitiços e transfigurações é muito difícil sem ela, esses bruxos foram a melhor demostração de feito de alta complexidade com as mãos.

    Segundo Capítulo: Do século XVII em diante

    O segundo conto retrata a América do século XVII em diante e explica que o Novo Mundo era um ambiente mais hostil para bruxos e bruxas do que a Europa. Mesmo que os bruxos indígenas acolhessem seus irmãos imigrantes, fugidos da Europa, os recém-chegados precisavam se virar para desvendar plantas mágicas desconhecidas para preparar poções; sem contar que ainda não havia um artesão de varinhas estabelecido, e a Escola de Magia e Bruxaria de Ilvermorny, na época, não passava de uma cabana rústica com dois professores e dois alunos.
    As guerras dos imigrantes não-maj com a população indígena prejudicou a unidade da comunidade mágica e, em contra-partida, os europeus trouxas também se tornaram intolerantes a qualquer sinal de magia, fazendo acusações de ocultismo, baseados em meras evidências. Além disso, existiam os Purgantes, bruxos mercenários de diferentes nacionalidades que formavam uma força-tarefa destinada a caçar não apenas criminosos mas qualquer um que rendesse algum ouro. Sem um governo bruxo definido e sem leis, esses magos derramavam sangue, torturavam e traficavam outros bruxos, e ainda faziam membros da comunidade trouxa que não-majs inocentes eram bruxos.

    Com os famosos julgamentos das bruxas de Salém, tais Purgantes aproveitaram para se fazerem de juízes puritanos, condenando bruxos, inocentes de seus crimes, e não-majs que, infelizmente, se envolveram pela histeria e sede de sangue. Além da perda de inúmeras vidas, Salém fez com que muitos bruxos fugissem da América e outros desistissem de se estabelecer por lá. Assim, famílias de sangue puro raramente partiam para o Novo Mundo, aumentando a porcentagem de bruxos nascidos trouxas lá. Mesmo que alguns deles buscassem formam famílias inteiramente mágicas, a ideologia do sangue puro, muito forte na Europa, ganhou menos impulso na América.
    A principal consequência dos julgamentos foi a criação do Congresso Mágico dos Estados Unidos da América (conhecido pela sigla MACUSA) em 1693, com leis próprias para a comunidade bruxa norte-americana. Sua primeira tarefa foi julgar os Purgantes que traíram a própria raça. Entretanto, vários deles fugiram da justiça, desaparecendo entre os não-majs e transmitindo para seus descentes – mágicos ou não – a convicção de que magia era real e que bruxos deveriam ser exterminados. Por esse motivo, históriadores acreditam que os não-majs americanos são mais difíceis de enganar e ludibriar do que outras populações, repercutindo na maneira como a comunidade mágica dos Estados Unidos é governada.

    Terceiro Capítulo: A Lei Rappaport

    O terceiro conto divulgado por Rowling explica como foi criada a Lei Rappaport, que segregou as comunidades bruxa e não-maj, depois que ocorreu uma quebra de sigilo originada no MACUSA. A filha do Chanceler do Tesouro e Dragotes (uma espécie de Secretário do Tesouro Nacional) – homem de confiança da presidente do Congresso Mágico, Emília Rappaport – era muito bonita mas bastante ignorante, tanto que praticamente não realizava nenhuma magia. Dorcas Twelvetrees, como era chamada, apaixonou-se por um belo rapaz não-maj chamado Bartolomeu Barebone, sem saber que ele era descendente de um Purgante e acreditava que os bruxos eram malígnos.

    Inconsciente do perigo, Dorcas respondeu às “perguntas inocentes” do rapaz e revelou o endereço secreto do MACUSA e de Ilvermorny, deu informações sobre a Confederação Internacional dos Bruxos e explicou como essas instituições protegiam e ocultavam a comunidade bruxa. Bartolomeu, então, roubou a varinha dela e mostrou a vários jornalistas, imprimiu folhetos com endereços de onde bruxos socializavam e enviou cartas a trouxas influentes. Além disso, o rapaz disparou contra o que acreditou ser um grupo de bruxos. Na verdade, eram simples não-majs e ele foi preso por seu crime, pela própria comunidade trouxa, sem que o MACUSA precisasse se envolver. Praticamente todos os que compartilharam informações de Dorcas tiveram sua memória apagada, entretanto, o vazamento foi grave e seus efeitos foram sentidos por anos. A jovem Twelvetrees, por sua vez, ficou presa por apenas um ano e, profundamente traumatizada e desrespeitada, terminou os seus dias reclusa.
    A Lei Rappaport foi estabelecida, impedindo que bruxos e trouxas estabelecessem amizade e se casassem, e os não-majs foram, cada vez mais, vistos como inimigos. Isso fortaleu ainda mais as diferenças entre as comunidades bruxas americana e europeia.

    Quarto Capítulo: A comunidade bruxa norte-americana na década de 1920

    O quarto conto divulgado por J.K. Rowling revelou como estava a comunidade bruxa depois da Primeira Guerra Mundial, que tiveram grande participação de bruxos norte-americanos, que lutaram ao lado de não-majs e contra outras facções mágicas. Esse esforço conjunto não foi o suficiente para mudar a Lei Rappaport, instaurada pelo MACUSA, que punia severamete quem violasse o Estatuto Internacional de Sigilo. Além disso, o Congresso ficara mais intolerante diante de fenômenos mágicos como fantamas, poltergeists e criaturas mágicas, pois eles representavam o risco de alertar não-majs sobre a existência de magia. Por isso, na década de 20, os bruxos americano já estavam acostumados a viver em um sigilo maior do que os europeus e casar-se somente entre si. Inclusive, a quebra de sigilo cometida por Dorcas Twelvetrees havia gerado a gíria “um dorcas”, que significava ser uma pessoa incompetente ou idiota.
    A autora também explica que, após uma grande rebelião em 1892, a base do MACUSA teve que ser realocada pela quinta vez em sua história, indo de Washington para Nova York, onde permaneceu durante os anos 20. Ela também diz que a Escola de Magia e Bruxaria de Ilvermorny prosperava há mais de dois séculos e já era considerada um dos maiores estabelecimentos de educação mágica no mundo. Como todos os bruxos norte-americanos já faziam uso da varinha, no fim do século XIX, foi estabelecida uma legislação que determinava que cada membro da comunidade mágica dos EUA tivesse uma “licença de porte de varinha”, para que toda atividade mágica fosse monitorada. O continente americano tinha quatro grandes artesãos de varinhas – cujo trabalho é exemplificado no texto -, diferentemente da Grã-Bretanha, onde Olivaras era considerado imbatível.

    Outra diferença entre os bruxos americanos e os não-majs era o consumo de álcool, permitido pelo MACUSA e proibido pelas autoridades trouxas na década de 1920. Enquanto alguns críticos argumentavam que os cidadãos mágicos se destacariam entre não-majs sóbrios, a então presidente, Madame Serafina Picquery, alegava que “a birita é inegociável”.