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  • Arquivo de 'Resenhas'



    postado por: Isabela Soares | 06 fev 2017

    “Esta obra, best-seller na França, faz um relato cínico da juventude parisiense do terceiro milênio. O livro é um misto de romance e relato confessional. A autora Lolita Pille é jovem, rica, usa drogas, gasta fortunas em roupas e causou muita polêmica ao lançá-lo . A protagonista é um alter ego da autora, despreza os que não pertencem ao meio e faz sexo como quem troca de roupa.”

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    Esse livro conta a historia de Ella, mais conhecida como Hell, que cá entre nós, amei ela se chamar assim, uma garota de 17 anos, e acredite, as vezes nem eu achava que ela tinha essa idade, rica, que só anda com roupas de marca, e como todos sabem, a maioria dessas pessoas não ligam pra nada, fumam, bebem, fazem de tudo, e ela com certeza não está fora disso, fica grávida, aborta, acontece de tudo nesse livro, mas claro, ela se apaixona, e sim, é por um filhinho de papai que só faz besteiras em sua vida, tem um capitulo que Andrea fala sobre sua vida, e que é apaixonado por Hell, mas algo horrível acontece a ele, e sim, eu chorei muito. O restante, leia para saber, acredite o final é surpreendente, recomendo muito esse livro incrível!

    Hell com certeza é um livro para ser criticado, e não amado por todos.

    postado por: redacao | 19 jul 2016

    “Liam O’Connor, Maddy Carter e Sal Vikram são adolescentes de períodos diferentes da história, com muito pouco em comum. No entando, existe um forte laço que os une: todos deveriam estar mortos.
    Os três estavam destinados a morrer em grandes catástrofes. Mas, nos últimos momentos de vida, foram abordados por um estranho que lhes ofereceu uma opção. Para escapar de um destino terrível, eles deveriam juntar-se à misteriosa Agência e se tornar TimeRiders – viajantes do tempo”

    – Como toda nova história que vai se começar a ler, tem toda essa introdução dos personagens para o desenvolvimento
    da trama.

    – O autor deixou bem simples o entendimento de onde se passa cada período ao decorrer da leitura, ele já deixa bem claro também o que cada personagem com suas habilidades serão vitais para a Agência.

    – Uma história surpreendente sobre viagem no tempo, contado de uma maneira bem leve, com muitas aventuras e ação, você fica o tempo todo: – Será que eles vão conseguir! você fica torcendo pelos personagens, pois um está no presente e outro tem que agir no passado, corrigindo alterações na vida da humanidade em geral, quando eu terminei de ler… fiquei uffa SOCORRO que loucura, mas no final deu tudo certo… E já ansiosa para ler os outros dois livros da saga: TimeRiders 2 – O dia do predador | TimerRiders 3 – O código do Apocalipse.

    – Então pra quem gosta dessa mistura de ação, aventura, ficção e suspense leia “TIME RIDERS” ele tem tudo isso! E boa leitura 😉

    Resenha por @Paty_mockingjay

    postado por: redacao | 13 jun 2016

    SINOPSE: Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Janson –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida. Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos.

    Rachel está com a sua vida pausada, nada de novo acontece e as únicas coisas que ela tem em mente são lembranças de um passado feliz que foi destruído por causa de uma traição. Sem emprego e viciada em álcool, seus dias são todos iguais, ela acorda com ressaca, vai para Londres de trem numa tentativa de despistar sua companheira de apartamento, bebe mais um pouco e se tortura com os pensamentos do que o seu ex marido Tom estaria fazendo com sua nova esposa Anna e sua filhinha, isso quando ela não cometia uma loucura como aparecer na sua antiga casa ou ligar para eles, implorando que o seu ex lhe concedesse um pouco de atenção.

    Em uma de suas voltas de Londres, ela olha para uma casa específica, um lugar que ela amava olhar porque sentia que o casal que morava ali possuía o tipo de amor que ela tinha com o Tom antes dele trocá-la por uma mulher menos problemática que ela. No entanto, ao invés de uma cena de amor protagonizada pelo casal, ela vê algo diferente, algo que pode explicar muito dos fatos que ocorreram depois que a mulher que morava naquela casa foi dada como desaparecida. Envolvida emocionalmente mais do que deveria, ela decide que precisa fazer alguma coisa para descobrir o que aconteceu com Megan. O que ela não esperava, era que na busca por encontrar respostas para aquela mulher, ela descobrisse mais sobre ela mesma.

    Já comecei a leitura desse livro com grandes expectativas, conforme fui conhecendo melhor a história da Rachel, comecei a comparar com outros personagens que já conhecia, fui gostando um pouco mais dela e me apiedando da sua situação (mesmo que o estado em que se encontra seja culpa dela). Ela é alcoólatra, é doente, é apaixonada pelo ex marido, tem problemas com a mãe e compulsão por pessoas que ela nem conhece, só imagina.

    Aos poucos ela vai se envolvendo no caso do desaparecimento e cada nova pista, cada nova lembrança, sempre acabava mudando toda a minha opinião sobre o caso. No fim, acabei desconfiando do que aconteceu antes de ler mas, nem isso diminuiu minha admiração pela história que a autora bolou. Os acontecimentos foram detalhados na medida, o que não deixou a leitura chata, muito pelo contrario, me fez imaginar todas as cenas com muita exatidão e fez com que minha leitura fosse fluida e rápida.
    Aos poucos passamos a conhecer um pouco sobre a origem do seu vício, um pouco sobre Tom e sua relação com Anna (sua atual esposa). A história retorna um pouco no passado, precisamente um ano antes, quando Megan começa a narrar coisas sobre o seu cotidiano. Seu estado emocional e um pouco do seu passado obscuro, desconhecido até por Sott, seu esposo (Jason – na cabeça de Rachel).
    A estrutura da trama me lembrou muito Garota Exemplar. E isso é um elogio, só para que fique claro – a estrutura é semelhante, mas a história criada por Hawkins é completamente original e viciante.
    A trama se desenvolve aos poucos e apenas no final é completamente esclarecida, mas a cada página uma informação nova é entregue ao leitor, a isso torna praticamente impossível uma pausa na leitura.

    Minhas expectativas pelo livro eram altíssimas, e confesso que eu estava com muito medo de me decepcionar. Mas não – a autora conseguiu me surpreender, pois não somente atendeu a tudo que eu esperava, ela superou minhas expectativas.
    Se você gosta de suspense, leia A Garota no Trem. Nada de comparar com Garota Exemplar. Dois livros muito bons, mas com um oceano de diferenças entre eles.

    A adaptação chega as telonas dia 24 de novembro deste ano!

    postado por: redacao | 29 fev 2016

    “É uma verdade universalmente conhecida que um zumbi, uma vez na posse de um cérebro, necessita de mais cérebros.

    O livro segue mais ou menos a mesma trama, a história cheia de desentendimentos e acidentes da relação entre Lizzie Bennet, independente demais para uma mulher da sua época, e Mr. Darcy, jovem rico e orgulhoso, mas acontece em uma dimensão paralela em que a Inglaterra vitoriana é infestada por zumbis. Seth fez o que se cjama de “mash up literário” é também uma mistura, mas de clássicos com temas mais fantásticos, como zumbis, bruxas, mutantes, vampiros, entre outros.Seth baseou-se na obra de Jane Austen – Orgulho e Preconceito. A grande cartada de Seth: zumbis. Ao contrário do que eu pensava o livro não estragou o original, apenas deu mais ação e impacto. Os mortos-vivos são uma praga que assola há muito tempo a Inglaterra e o mundo – já as filhas dos Bennet são guerreiras que combatem esse mal. Treinadas na China com um mestre Shaolin, são as maiores protetoras da cidade de Meryton, principalmente as duas mais velhas. O pai, Sr. Bennet, é um senhor reservado e que se preocupa em manter as filhas vivas e bem treinadas, já a mãe, uma senhora irritantemente fútil e sem escrúpulos, preocupa-se apenas em ver suas filhas casadas.
    Quando a Sra. Bennet recebe a notícia que um rapaz de boa família e solteiro alugou uma propriedade próxima a Longbourn, onde moravam, viu uma bela oportunidade de casar uma de suas filhas. O rapaz chamava-se Bingley e no primeiro baile que deu, logo se interessou pela mais velha das filhas dos Bennet – Jane.
    O Sr. Bingley era apreciado por todos no salão pela sua simpatia, já o amigo do recém-chegado, Sr. Darcy, era visto como arrogante e soberbo, pois não dançava com ninguém mais além das irmãs de Bingley. Nem mesmo Elizabeth, nem mesmo com a insistência do amigo, o que, para Lizzy, fora uma ofensa. A guerreira estava a ponto de lhe cortar a garganta por tal insulto, mas uma horda de zumbis invadiu, comendo os cérebros dos desafortunados que estavam próximos às janelas. As irmãs Bennet se uniram rapidamente para derrotarem os invasores e as habilidades de Elizabeth, que era a melhor das irmãs, chamou a atenção de Darcy.
    deu-se início ao relacionamento de Darcy e Elizabeth. Por parte dela, a transformação de ódio e desprezo para respeito, admiração e amor. Por parte dele, a confusão interior entre o sentimento e o orgulho, até que, deixando de lado todas as diferenças, ele admite estar completamente apaixonado.
    Todas as cenas do livro igualam-se as do original, com uma pitada de terror zumbi. Os sentimentos de Lizzy vão mudando com o tempo, assim como Darcy vai aprendendo que nem tudo é como ele acha ser. Não há tantas mudanças. Algumas alterações nos personagens, mas permanecendo os mesmos na essência – exceto a Sra. Bennet que continua a mesma chata de sempre, que nunca cala a boca. Algumas alterações no final de alguns personagens também, como Sr. Collins, Charlotte e Sr. Wickham, finais que me surpreenderam bastante, aliás, se não fosse por esses toques do autor, o livro não seria muito bom. Dá para perceber onde termina a escrita de Jane Austen e começa as mudanças de Seth Grahame-Smith.
    Há algumas partes que valem destacar: a declaração de Darcy à Elizabeth que termina com luta, a transformação lenta e sofrida de Charlotte em uma zumbi, a carta de suicídio do Sr. Collins após a morte da esposa, o encontro de Darcy e Elizabeth quando ele a salvou de vários zumbis, a luta entre Lady Catherine e Lizzy e, por fim, o acordo de Darcy para que Wickham se casasse com Lydia, irmã de Elizabeth. Foram as partes que mais me surpreenderam e agradaram – exceto o suicídio do Sr. Collins, que me chocou bastante. O amor entre Jane e Bingley é tão fofo que não posso evitar sorrir com a meiguice desse casal. Já Darcy e Elizabeth são aqueles que te fazem gritar “FINALMENTE!”. Não deixa de ter sua parcela de fofura, assim como te fazem sorrir com as declarações lindas e perfeitas de Darcy, mas a maior virtude do casal é que não teve orgulho ou preconceito que os impedisse de viver esse amor no final de tudo. Gostei bastante quando eles lutaram juntos contra uma horda de zumbis e quando Darcy vai pedir a mão de Lizzy para o pai dela, acho que é a parte mais fofa do livro.
    A crítica feminista de Austen é ainda mais enfática, já que Elizabeth não é apenas uma mulher decidida e forte, mas uma guerreira. Além de Lady Catherine, que é considerada a maior guerreira da Inglaterra. E mesmo depois de casadas, Jane e Lizzy, continuam treinando, o que em minha opinião, mostra que as mulheres da época poderiam almejar mais do que somente um bom casamento.

    “De todas as armas que já manipulara, aquela sobre a qual menos tinha controle era o amor; e de todas as armas do mundo, o amor era a mais perigosa.”

    ASSISTA AO TRAILER DESTA ADAPTAÇÃO QUE ESTÁ NOS CINEMAS:

    postado por: redacao | 22 fev 2016

    Não pense muito em mim.
    Não quero que você fique toda sentimental. Apenas viva bem.

    Apensa viva…
    -Will Traynor

    Essa é uma daquelas resenhas muito difíceis de escrever. Primeiro, por ter me deixado numa mistura de sentimentos muito grande e precisei de alguns dias para superar a enorme ressaca literária que me causou, para assimilar tudo que o livro transmite e para deixar meu coração se recuperar.

    Isso dá uma ideia de como a pessoa termina a leitura de Como eu era antes de você. Talvez consiga resumir dizendo que trocaria o nome do livro para “Como eu era antes de LER você“!

    Como Eu Era Antes de Você é um livro maravilhoso e indescritível. Tudo começa quando Lou, a protagonista, perde seu emprego no café que ama. Com 26 anos e em meio a uma crise econômica, a mulher sabe que será difícil conseguir outro emprego que pague o suficiente para ajudar sua família e acaba aceitando cuidar de Will, um tetraplégico, por um bom salário. Will, sendo um homem teimoso e intenso, não torna a vida da mulher nem um pouco fácil, mas ela precisa do dinheiro e não desiste tão fácil. É assim que começa uma das histórias mais bonitas que já li.
    Como Eu Era Antes de Você me fez chorar, rir e refletir. Me apaixonei pelos personagens e a trama ficará gravada na memória por muito tempo. Ele não te traz uma história e sim uma experiência de vida. O livro tem várias cenas tristes e, ao contrário do que você deve estar pensando, nem todas envolvem Will, há uma cena linda sobre a família da Lou que é capaz de tocar qualquer leitor.
    A autora não tenta mascarar o lado ruim da deficiência e me fez pensar muito sobre até que ponto vale a pena viver. Porém, também podemos ver o outro lado, que por trás do corpo ainda há uma pessoa comum, com tantos sentimentos quanto qualquer outra. O final é maravilhoso e terrível e me fez chorar como uma criança. Gostei, especialmente, por ter me surpreendido.

    Esse livro acaba nos fazendo refletir sobre o que fazemos em nossa vida, como estamos lidando com os problemas e como fazemos para alcançar a felicidade. Eu amei essa leitura e o final foi surpreendente. A história nos apresenta as dificuldades que os tetraplégicos têm para se locomover e por problemas que eles passam em seu dia a dia. E as possibilidades que essas pessoas com dificuldades especiais têm de viver e até mesmo namorar.

    A ADAPTAÇÃO CHEGA AS TELONAS NO DIA 03 DE JUNHO DESTE ANO.

    ASSISTA AO TRAILER DE COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ

    ttps://www.youtube.com/watch?v=PnqUs3xiAVI