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  • Arquivo de 'Resenhas'



    postado por: redacao | 29 fev 2016

    “É uma verdade universalmente conhecida que um zumbi, uma vez na posse de um cérebro, necessita de mais cérebros.

    O livro segue mais ou menos a mesma trama, a história cheia de desentendimentos e acidentes da relação entre Lizzie Bennet, independente demais para uma mulher da sua época, e Mr. Darcy, jovem rico e orgulhoso, mas acontece em uma dimensão paralela em que a Inglaterra vitoriana é infestada por zumbis. Seth fez o que se cjama de “mash up literário” é também uma mistura, mas de clássicos com temas mais fantásticos, como zumbis, bruxas, mutantes, vampiros, entre outros.Seth baseou-se na obra de Jane Austen – Orgulho e Preconceito. A grande cartada de Seth: zumbis. Ao contrário do que eu pensava o livro não estragou o original, apenas deu mais ação e impacto. Os mortos-vivos são uma praga que assola há muito tempo a Inglaterra e o mundo – já as filhas dos Bennet são guerreiras que combatem esse mal. Treinadas na China com um mestre Shaolin, são as maiores protetoras da cidade de Meryton, principalmente as duas mais velhas. O pai, Sr. Bennet, é um senhor reservado e que se preocupa em manter as filhas vivas e bem treinadas, já a mãe, uma senhora irritantemente fútil e sem escrúpulos, preocupa-se apenas em ver suas filhas casadas.
    Quando a Sra. Bennet recebe a notícia que um rapaz de boa família e solteiro alugou uma propriedade próxima a Longbourn, onde moravam, viu uma bela oportunidade de casar uma de suas filhas. O rapaz chamava-se Bingley e no primeiro baile que deu, logo se interessou pela mais velha das filhas dos Bennet – Jane.
    O Sr. Bingley era apreciado por todos no salão pela sua simpatia, já o amigo do recém-chegado, Sr. Darcy, era visto como arrogante e soberbo, pois não dançava com ninguém mais além das irmãs de Bingley. Nem mesmo Elizabeth, nem mesmo com a insistência do amigo, o que, para Lizzy, fora uma ofensa. A guerreira estava a ponto de lhe cortar a garganta por tal insulto, mas uma horda de zumbis invadiu, comendo os cérebros dos desafortunados que estavam próximos às janelas. As irmãs Bennet se uniram rapidamente para derrotarem os invasores e as habilidades de Elizabeth, que era a melhor das irmãs, chamou a atenção de Darcy.
    deu-se início ao relacionamento de Darcy e Elizabeth. Por parte dela, a transformação de ódio e desprezo para respeito, admiração e amor. Por parte dele, a confusão interior entre o sentimento e o orgulho, até que, deixando de lado todas as diferenças, ele admite estar completamente apaixonado.
    Todas as cenas do livro igualam-se as do original, com uma pitada de terror zumbi. Os sentimentos de Lizzy vão mudando com o tempo, assim como Darcy vai aprendendo que nem tudo é como ele acha ser. Não há tantas mudanças. Algumas alterações nos personagens, mas permanecendo os mesmos na essência – exceto a Sra. Bennet que continua a mesma chata de sempre, que nunca cala a boca. Algumas alterações no final de alguns personagens também, como Sr. Collins, Charlotte e Sr. Wickham, finais que me surpreenderam bastante, aliás, se não fosse por esses toques do autor, o livro não seria muito bom. Dá para perceber onde termina a escrita de Jane Austen e começa as mudanças de Seth Grahame-Smith.
    Há algumas partes que valem destacar: a declaração de Darcy à Elizabeth que termina com luta, a transformação lenta e sofrida de Charlotte em uma zumbi, a carta de suicídio do Sr. Collins após a morte da esposa, o encontro de Darcy e Elizabeth quando ele a salvou de vários zumbis, a luta entre Lady Catherine e Lizzy e, por fim, o acordo de Darcy para que Wickham se casasse com Lydia, irmã de Elizabeth. Foram as partes que mais me surpreenderam e agradaram – exceto o suicídio do Sr. Collins, que me chocou bastante. O amor entre Jane e Bingley é tão fofo que não posso evitar sorrir com a meiguice desse casal. Já Darcy e Elizabeth são aqueles que te fazem gritar “FINALMENTE!”. Não deixa de ter sua parcela de fofura, assim como te fazem sorrir com as declarações lindas e perfeitas de Darcy, mas a maior virtude do casal é que não teve orgulho ou preconceito que os impedisse de viver esse amor no final de tudo. Gostei bastante quando eles lutaram juntos contra uma horda de zumbis e quando Darcy vai pedir a mão de Lizzy para o pai dela, acho que é a parte mais fofa do livro.
    A crítica feminista de Austen é ainda mais enfática, já que Elizabeth não é apenas uma mulher decidida e forte, mas uma guerreira. Além de Lady Catherine, que é considerada a maior guerreira da Inglaterra. E mesmo depois de casadas, Jane e Lizzy, continuam treinando, o que em minha opinião, mostra que as mulheres da época poderiam almejar mais do que somente um bom casamento.

    “De todas as armas que já manipulara, aquela sobre a qual menos tinha controle era o amor; e de todas as armas do mundo, o amor era a mais perigosa.”

    ASSISTA AO TRAILER DESTA ADAPTAÇÃO QUE ESTÁ NOS CINEMAS:

    postado por: redacao | 22 fev 2016

    Não pense muito em mim.
    Não quero que você fique toda sentimental. Apenas viva bem.

    Apensa viva…
    -Will Traynor

    Essa é uma daquelas resenhas muito difíceis de escrever. Primeiro, por ter me deixado numa mistura de sentimentos muito grande e precisei de alguns dias para superar a enorme ressaca literária que me causou, para assimilar tudo que o livro transmite e para deixar meu coração se recuperar.

    Isso dá uma ideia de como a pessoa termina a leitura de Como eu era antes de você. Talvez consiga resumir dizendo que trocaria o nome do livro para “Como eu era antes de LER você“!

    Como Eu Era Antes de Você é um livro maravilhoso e indescritível. Tudo começa quando Lou, a protagonista, perde seu emprego no café que ama. Com 26 anos e em meio a uma crise econômica, a mulher sabe que será difícil conseguir outro emprego que pague o suficiente para ajudar sua família e acaba aceitando cuidar de Will, um tetraplégico, por um bom salário. Will, sendo um homem teimoso e intenso, não torna a vida da mulher nem um pouco fácil, mas ela precisa do dinheiro e não desiste tão fácil. É assim que começa uma das histórias mais bonitas que já li.
    Como Eu Era Antes de Você me fez chorar, rir e refletir. Me apaixonei pelos personagens e a trama ficará gravada na memória por muito tempo. Ele não te traz uma história e sim uma experiência de vida. O livro tem várias cenas tristes e, ao contrário do que você deve estar pensando, nem todas envolvem Will, há uma cena linda sobre a família da Lou que é capaz de tocar qualquer leitor.
    A autora não tenta mascarar o lado ruim da deficiência e me fez pensar muito sobre até que ponto vale a pena viver. Porém, também podemos ver o outro lado, que por trás do corpo ainda há uma pessoa comum, com tantos sentimentos quanto qualquer outra. O final é maravilhoso e terrível e me fez chorar como uma criança. Gostei, especialmente, por ter me surpreendido.

    Esse livro acaba nos fazendo refletir sobre o que fazemos em nossa vida, como estamos lidando com os problemas e como fazemos para alcançar a felicidade. Eu amei essa leitura e o final foi surpreendente. A história nos apresenta as dificuldades que os tetraplégicos têm para se locomover e por problemas que eles passam em seu dia a dia. E as possibilidades que essas pessoas com dificuldades especiais têm de viver e até mesmo namorar.

    A ADAPTAÇÃO CHEGA AS TELONAS NO DIA 03 DE JUNHO DESTE ANO.

    ASSISTA AO TRAILER DE COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ

    ttps://www.youtube.com/watch?v=PnqUs3xiAVI

    postado por: redacao | 26 jan 2016

    Sinopse: Só restam os jovens: os adolescentes, os pré-adolescentes, as crianças pequenas. Mas nenhum adulto. Não existem mais professores, policiais, médicos, nem mesmo pais. E, de repente, não há telefones, internet, nem televisão. Não há como descobrir o que aconteceu. Nem como conseguir ajuda. A fome é uma ameaça. Os valentões tentam dominar todos os outros. Uma criatura sinistra está à espreita. Os animais estão sofrendo mutações, e os próprios jovens estão mudando, desenvolvendo novos talentos – poderes inimagináveis, perigosos, mortais -, que ficam mais fortes a cada dia. É um mundo novo e aterrorizante. Cada um terá de escolher o seu lado para a batalha que se aproxima. Os moradores locais contra os ricos. Os fortes contra os fracos. As aberrações contra os normais. E o tempo está acabando: no dia do seu aniversário, você vai desaparecer, como todos os outros.

    A SÉRIE GONE, É COMPOSTA POR 6 LIVROS:  Gone, Fome, Mentiras, Praga, Medo & Luz.

    “NUM MINUTO O professor estava falando sobre a Guerra Civil. No minuto
    seguinte, desapareceu.
    Assim.
    Sumiu.
    Sem nenhum “puf”. Sem clarão de luz. Sem explosão.”

    Esse é o começo do livro e sem duvida ele marca todo o ritmo dele: rápido e intenso.
    A historia se passa na Califórnia em uma cidade chamada Praia Perdida (Perdido Beach na versão original) e essa cidade é o palco de tudo. Essa cidade presencia o medo das crianças ao se verem só, a fome depois que eles comem toda comida, o caos depois que os valentões brigam por poder, e dor de quando alguém que completa 15 anos some. Elas lutam para sobreviver ao mesmo tempo que se organizam para cuidar das crianças, fazer o capitalismo funcionar, cuidar de hortas, procurar água, manter a segurança e manter “A Escuridão” longe de sua cabeça.

    Além de violência, gore, terror, medo, poder esse livro aborda também temas bem “adultos” ex: canibalismo, aceitação sexual, duvidas religiosas, ameaças, feminismo, e perseguições que realmente são de tirar o fôlego. A cada livro que passa a tensão é maior, mas é em Mentiras, o terceiro livro da serie, que a coisa realmente pega fogo. Mentiras é meio que um marco na serie, ele é o que faz “Gone” e “Fome” parecer contos de fadas… Pois é, quando você acha que não poderia ficar pior, acontece reviravoltas em grande escala, e o pior pode ser aterrorizante…
    Outro ponto interessante do livro é que quando se está bem envolvido no âmbito da narrativa, e por tudo o que vem acontecendo, não lembramos mais de que se tratam apenas de crianças. Não demora muito para encararmos a realidade, nos imposto pelo autor, sim somos feito de sentimentos, e são estes os que nos dominam, pois são apenas crianças lidando com situações diversas. Pode-se dizer que GONE, sem duvida é uma lição de como um ser humano (não importa qual e como seja) pode lidar com situações difíceis de uma forma forte, inspiradora muitas vezes, além da amizade e confiança dos personagens criando laços cada vez maiores.

    Mas é como o autor diz: “Eu não quero passar um ensinamento, eu não sou um professor. Eu sou um artista, quero apenas contar uma historia”. E ele faz isso com muita maestria.

    Apesar de parecer grande a leitura flui de uma forma que nunca nenhum outro livro que eu já li fluiu, e acho que foi isso que fez eu me apaixonar por esse livro.
    Comecei a leitura sem nem ter lido a sinopse, e eu não tinha nem conseguido chegar no fim do primeiro capitulo quando eu percebi que a historia já tinha me fisgado. Quando finalmente terminei (1 dia depois) eu fiquei totalmente sem reação, não sabia o que pensar ou o que fazer. Eu tinha devorado um livro de 518 paginas em um pouco menos 48 horas, e durante esse tempo eu ri, eu fiquei preocupado, angustiado e em alguns trechos cheguei a ter medo. Pasmei com essa literatura “juvenil”. No fim do livro descobri outro ritmo, o violento.

    O livro é bem dinâmico principalmente por ter vários narradores, até dois ou três por capitulo. Os personagens vão se desenvolvendo todos juntos durante a narrativa (e continuam mais ainda até o ultimo livro), cada um com sua própria personalidade que é impossível você esquecer-se dele ou confundi-lo com outro. Isso é muito bom porque faz você criar um vinculo com os personagens. Eles são apenas crianças tentando sobreviver ao um mundo novo totalmente sem regras, sem adultos, um mundo onde se eles não lutarem pela a sobrevivência irão morrer. Pouco a pouco eles vão tendo que lidar com coisas mais difíceis, mais perigosas e vão se fortificando e achando seu lugar no LGAR (Lugar da Galera da Área Radiativa).
    Eu acho difícil comparar Gone há algo que já temos nas livrarias, TV ou cinema, ele é algo totalmente diferente, mas vamos fazer algumas misturas aqui que com certeza ficaria apenas “próximo” a Gone: pegue os sobreviventes de “Lost” e imaginem eles como crianças, dê a eles poderes de “Heróis”, depois coloque os mesmos sobre uma “Redoma” em um ambiente muito parecido ao de “The Walking Dead”.

    Em meio a tudo isso, também se encontra ótimas citações e um incrível critica social. Enfim, eu já considero Gone, principalmente por ter crianças com poderes!

    #CURIOSIDADES

    SONY comprou os direitos da saga em 2013 e uma serie de TV iria ao ar no mesmo ano, porém eles adiaram. No ano de 2015 o projeto foi tirado da gaveta e o roteirista Joe Barton (Já trabalhou em series como HUMANS) escreveu o roteiro e enviou para a SONY. A empresa ainda não se pronunciou, até fevereiro teremos uma resposta concreta. Nas redes sociais Joe Barton diz que é tudo muito positivo, só temos que manter os dedos cruzados e a esperança viva.

    CRÉDITOS: Rodhrygo Valentim

    postado por: redacao | 19 jan 2016

    “A Guerra dos Tronos” é uma gigante trama bem desenhada e com ritmo emocionante, que perduram por suas 592 páginas, nelas podemos sentir todas as traições que caminham junto ao reinado do sul, as alianças e honras que se espalham pelo norte, as loucuras e confinamento do Leste e o ouro e a palavra do Oeste. Existe uma diversidade de personagens, mas cada um expressa uma característica única e uma participação inegável na história do reinado de Westeros que deixa sua ligação com o leitor de ódio ou .amor.
    O Rei, Robert Baratheon, quer manter o reinado intacto após tomar o trono do Rei louco anos atrás, com isso, ele nomeia Eddard Stark como Mão do Rei, uma posição de alto prestígio e poder. Mas, dentro de sua própria família, os Lannisters não ficaram satisfeitos com isso e tentaram mudar o curso da história. Além disso, a filha do antigo rei não deixará a morte de seu pai passar em branco, crescida e ficando mais forte a cada dia, em um futuro não muito distante, uma nova grande guerra chegará.

    Ao mesmo tempo, um perigo eminente começa a surgir ao norte, depois da muralha da patrulha da noite, um grande mau aproxima-se, dizem que são frios como a morte, possuem olhos azuis penetrantes e sem vida e quase nada pode mata-los, a não ser o fogo. Além disso, existem selvagens que atacam a muralha e querem retomar o norte. Por todos os lados, a Paz no reino de Westeros está sendo ameaçada, pois cada um tem o seu objetivo particular para isso, e mesmo se alguém vencer, nada garante que seja por muito tempo.

    O livro é dividido em vários capítulos, e cada capítulo mostra o ponto de vista de um dos personagens da trama. Alternando ora no de Eddard Stark, senhor do norte; ora de Jon Snow, seu filho bastardo; de Catelyn Stark, esposa de Eddard; de Arya, de Sansa e de Bran seus filhos; Daenereys Targaryen, sangue do dragão; e meu preferido, Tyrion Lannister, o anão, que possui sarcasmo e um humor ácido.

    Cada ponto de vista mostra um lado da história. Alias, de uma história cheia de traições, bajulações, guerra, orgulho, inveja, mistério, lendas. Tudo pode acontecer a cada capítulo, a cada página. E realmente tudo acontece, pois G. Martin não poupa personagens, não poupa sangue, não polpa nada, nem mesmo poupa o leitor. É surpreendente!
    É uma história que não se sabe em quem se pode confiar ou não. Afinal, quando se joga o jogo dos tronos, se ganha ou se morre.

    É uma trama muito bem elaborada, que envolve o leitor, e as páginas parecem voar

    Guerra dos Tronos é o primeiro livro da saga (Crônicas de Gelo e Fogo), vale ressaltar, que a saga também é uma série mundialmente famosa da HBO, GAME OF TRONES!

    postado por: redacao | 25 out 2015

    Se você é apegado aos contos tradicionais da Disney, como “Branca de Neve”, “Bela Adormecida” e outros, este livro não é para você!

    Sarah Pinborough reconta, no primeiro volume da saga Encantadas, a história da doce Branca de Neve – que não era tão doce assim – de forma sensual e sarcástica, dando vida até aos personagens mais figurantes. O primeiro volume foi lançado em 2013 no Brasil pela Editora Única, uma extensão da Editora Gente.

    A história começa com o ponto de vista da Rainha Má, Lilith, cuja se casou obrigada com o pai de Branca de Neve, depois de ser banida de seu reino pelo próprio pai por ser uma bruxa. Lilith está em um casamento infeliz e basicamente culpa Branca de Neve por tudo, apenas pelo fato do bom humor, carisma e beleza da garota.

    O livro alterna entre diversos pontos de vistas – Lilith, Branca de Neve, Sonhador, Príncipe e Caçador – e é rico em detalhes em diversas cenas, um dos pontos fortes desta obra.

    O enredo do livro transcorre, basicamente, como o original, apenas com acréscimo de cenas (algumas sujas!) e personagens, como a bisavó de Lilith. Fatores como o envenenamento e a maldição continuam intactos. Branca de Neve só poderá ser liberta da maldição quando o beijo do amor verdadeiro lhe for concebido, caso contrário, continuará dormindo. Porém, nem tudo é mantido e o livro cumpre o que é prometido na contra-capa: nada de finais felizes.

    Como é de conhecimento mútuo a história de clássicos da Disney, não me prolongarei ao contar sobre a história para guardar um pouco para a análise do conteúdo do livro. Sinceramente? Eu esperava mais! Sou uma grande fã de clássicos da Disney e esperava algo ótimo.

    Creio eu que a autora pecou em alguns aspectos, como: descrever demais algumas cenas de pouca importância e dar pouca importância às cenas que deveriam receber mais atenção, como o encontro de Branca de Neve e o Caçador na floresta; também senti falta de mais ação.

    Porém, um grande pró do livro foi a adição da relação dos anões com o príncipe e de como ele se apaixonou por Branca de Neve (e logo se desapaixonou). As minhas partes favoritas foram essas, além das cenas do Caçador.

    Em síntese, a obra tem muitos pontos positivos, como a personalidade bem desenvolvida de vários personagens, o Caçador pode ser citado como exemplo e que apesar de participar de poucas cenas é um dos meus favoritos. Lilith, a Rainha Má, também tem uma personalidade imbatível e parece que luta consigo mesma constantemente para decidir de qual lado está.

    A personagem mais chata, de longe, é Branca de Neve. Ela é forte, mas frágil ao mesmo tempo. Resumindo, ela é a mocinha e geralmente mocinhas são assim. Ela poderia ter sido melhor desenvolvida e ter mais participação na história, já que, tecnicamente, o livro é sobre ela.

    lppppp

    CRÉDITOS: DANIELLE CABRAL