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  • Arquivo de 'Resenhas'



    postado por: redacao | 10 set 2015

    Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração, almas alienígenas, mas, diferente do que pensamos no geral, essas são almas bondosas, amorosas, altruístas. Tal invasão foi se alastrando pela população e apenas notada quando já havia tomado enormes proporções. Sem opções há não ser se esconder, os poucos humanos que sobraram vivem como nômades ou em esconderijos, fugindo das almas e lutando para sobreviver.
    Peregrina – ou Peg- é uma alma, seu povo invadiu o planeta Terra com a missão de utilizar os seres humanos como hospedeiros, um mundo com tantas guerras, onde o ódio é implacável e quase não existe amor. As almas são criaturas que não aceitam um mundo ruim, eles são puros e a população humana é muito má.
    Peg é colocada em um corpo, como ela é uma das almas que mais viveu em mundos diferentes – com a Terra, são 10 mundos vividos – e consegue viver dentro de qualquer corpo, colocam ela em uma mulher adulta, Melanie.
    Mas, algo inexplicado acontece, Peregrina teria todo o controle sobre aquele corpo, infelizmente Mel é uma humana muito forte, e as duas acabam dividindo o mesmo corpo – eu sei que é estranho, mas é mais ou menos assim: Melanie tem o controle de sua mente e as vezes consegue até falar por conta própria, já Peg tem o controle de sua mente também mas, também controla os movimentos do corpo. As duas vivem em constante brigas, Mel consegue esconder muitas informações de Peg, após um sonho Peg descobre onde o irmão de Melanie e o namorado dela, Jared, se escondiam e ela envia um e-mail a sua “chefe”. Melanie fica irritada com aquilo, e entra em desespero, ela não quer que seu pequeno irmão Jamie seja encontrado, e não suporta a ideia de uma alma invadindo o corpo de seu amado Jared.
    Após uma determinada situação, elas decidem ir em busca dos dois, Mel tem as coordenadas do local onde eles possam estar, e as duas seguem a missão, nunca falando nada para a “chefe” malvada. Partindo nesta jornada difícil, a alma irá aprender que os humanos não são exatamente odiosos como lhe foi ensinado, encontrando o amor e amizade, ainda que fique confusa entre a paixão sentida por Jared – em parte pelas lembranças de Melanie – e o leal Ian, com quem constrói uma grande ligação.
    Admito o livro é extraordinário, a leitura é complicada nas primeiras páginas, mas após alguns capítulos – a partir do quarto eu acho – a leitura muda completamente, passamos a entender quem esta narrando e a saber quando Mel ou Peg estão falando – no caso de Mel, pensando. O livro se torna magnífico, uma ficção científica de primeira. Mas, igualmente, depois disso, não consegui parar de ler. A Hospedeira é uma história envolvente, não se deixem enganar pelo clichê de extraterrestres, pois, lhes garanto que apesar de ser uma ficção científica, não é exatamente o que se parece. O triângulo amoroso é por vezes frustrante, e admito que me vi, em inúmeras situações, com muita raiva de Melanie, a – um tanto mesquinha – coadjuvante.
    É uma história muito bem definida, com personagens marcantes e parágrafos bem escritos. Se você tem um pré-conceito sobre a autora, Stephanie Meyer – que é também autora do fenômeno “Crepúsculo” – não se deixe levar por isso. A Hospedeira diverge em vários aspectos da saga, mas sendo também um daqueles livros em que o leitor não coloca muitas expectativas, mas acaba surpreendido e apaixonado – de diferentes modos – por cada pessoa citada no livro.
    Com toda certeza o livro é um dos meus favoritos, indico muito a leitura de A Hospedeira!
    A adaptação do livro chegou aos cinemas em 2013!

    postado por: redacao | 08 set 2015

    O livro conta a história de Sam, um garoto de 16 anos, viciado em músicas, quadrinhos, filmes, um pouco antissocial. Sam tem apenas um melhor amigo durante toda sua vida: Hayden. Hayden é um daqueles garotos baixinhos, gordinhos, com dislexia, viciado em Star Wars, jogos de computador e música indie. Juntos eles são a dupla perfeita, fazem absolutamente tudo juntos: estudam juntos, sofrem bullying juntos, dividem os quadrinhos, livros, jogos… Enfim. Tudo. Sam que acabou de perder esse seu melhor e único amigo Hayden, sim este de suicidou em seu quarto, e Sam foi o primeiro a encontrar o corpo.
    Mesmo com esse clima de tristeza e tensão, gostei da experiência, em parte pela narrativa maravilhosa que descreve os sentimentos dos personagens super bem, e também pelo mistério da trama e alguns temas que foram abordados. Próximo ao corpo Sam encontrou uma garrafa de bebida, uma caixa de comprimidos tarja preta da mãe de Hayden e um Pen drive junto com um bilhete:

    sammm

    O Pen drive contem uma lista de músicas, que Sam escuta sem parar afim de tentar entender o que levou o amigo a algo tão extremo.
    Hayden sempre sofreu muito Bullying na escola, inclusive de seu irmão mais velho Ryan. Os pais também nunca deram muita atenção para ele, o que fazia de Sam, a única pessoa com quem podia contar sinceramente. Apesar da tristeza e da saudade que sente do amigo, Sam decide descobrir o que o levou ao suicídio e para isso ele conta com a playlist deixada por Hayden e com Astrid, uma garota que conheceu no funeral de Hayden.
    A partir daí a história começa a se desenvolver, coisas estranhas começam a acontecer na vida das pessoas que faziam bullying ao Hayden e ao Sam, uma linda e misteriosa garota sim a Astrid, entra na vida do Sam desde o funeral, e quanto mais ele tenta compreender o significado da playlist deixada para ele pelo seu melhor amigo, segredos vêm surgindo de onde ele menos esperava que pudessem sair.

    Sam foi um protagonista e tanto, gostei dele desde o começo e confesso que senti pena das coisas pelas quais ele passou. Como ele narra a história em primeira pessoa, é bem mais fácil ficar íntima dele. Por outro lado, tem uma personagem na trama que me decepcionou bastante, acho que essa foi mesmo a intenção da autora e não fiquei chateada, isso só contribuiu para enriquecer o enredo!

    Outro ponto positivo são as memórias que Sam tem dos momentos que passou com Hayden, sejam eles felizes ou não. As músicas que Hayden deixou trazem essas memórias e assim conseguimos ver como era a amizade deles, com altos e baixos, com brigas constantes, mas também com concordâncias e uma parceria forte. Relembrar tudo isso faz Sam descobrir mais sobre Hayden do que quando ele estava vivo. As músicas são citadas no livro, uma por capítulo, e o Sam sempre fala alguma coisa sobre elas.

    O legal é que o livro também faz menções sobre atualidades, que faz o leitor não ficar perdido no meio da história.

    o livro terá muita música, suspense e drama, elementos que tornam este livro em um dos melhores que li.

    postado por: redacao | 07 set 2015

    Parando no exato ponto que Fallen termina, Luce começa a viver em Shoreline, uma escola para Nefilins para que ela não possa ser localizada facilmente pelos inimigos que a procuram. Daniel continua a não contar nada para Luce e dizendo que ela deverá descobri r tudo sozinha, embora todos os outros a ajudem. E, é feito um pacto de 18 dias entre os anjos e demônios, onde eles esquecem suas diferenças e unem suas forças para proteger Luce dos Párias.
    Daniel continua sem querer contar nada e sua única explicação é insistir que Luce terá de descobrir tudo sozinha, inclusive sobre o pacto de 18 dias que os anjos fizeram com os demônios na intenção de esquecer diferenças e unir forças contra um inimigo maior, os Párias. Luce, faz novos amigos em Shoreline que são Shelby e Miles, conhece seus novos professores Steven e Francesca que são um demônio e uma anja trabalhando juntos para que não haja influência em nenhum aluno Nefilim a escolher de qual lado lutar. Ela também aprende mais sobre os anunciadores (sombras úmidas e nojentas que a seguem a vida inteira) e que até o momento ela não sabia o porque. Sendo assim, Luce começa a convocar os Anunciadores, sombras viscosas e nojentas que contém momentos passados distorcidos, distantes ou recentes, enquanto vagam pelo mundo.
    A narração dia após dia em relação a trégua é um pouco irritante, durante esses 18 dias nada aconteceu, apenas as briguinhas bobas de Luce com Daniel e a dúvida dela em relação ao amor dos dois.

    Seu namorado esta agora unindo forças com o inimigo sem nenhuma explicação, sendo super protetor, e ela com o eterno dilema…quem ela era? porque todos sabiam de sua vida menos ela? E porque não contavam nada? Como explicar um amor que ultrapassa tudo por alguém que você mal conhece, como se fossem almas gêmeas? Será que teria escolha, poderia ela amar outro?
    E nesse turbilhão de coisas acontecendo aparece Miles, um descendente de um Anjo caído com poucos dons, lindo, sorriso franco, atencioso e o principal NORMAL, ele é quase normal o que a deixa ter uns momentos de paz longe de toda essa loucura de Anjos, Demônios, ele parece alguém com quem ela pode ser ela apenas a Luce do hoje, não carregando o peso de toda uma era de vária e várias vidas, podendo falar sobre assuntos banais, esse cara definitivamente mexe com Luce, porem ela fica dividida entre o imutável amor de sua vida e um possível futuro normal com alguém normal.
    Agora ela vai perceber que as respostas que ninguém vai dar a ela sobre sua vida esta no seu passado e ela é que terá que desvendar tudo.
    Este é o momento da Tormenta na vida de Luce e Daniel, novos caminhos serão trilhados, novas descobertas serão feitas, escolhas serão tomadas, novos inimigos irão surgir, e o amor mais uma vez terá que provar toda sua força para resistir a tantos problemas, definitivamente neste livro será permitido aos leitores ficarem tão confusos quanto Luce, e malucos por respostas, afinal qual o grande segredo da maldição que assombra o amor deles?

    Em Tormenta as cordas estão soltas, e ela tem que descobrir muitas coisas. O clima de mistério permanece, só que desta vez há mais ação e tensão. De vez em quando parece que ela esquece, que não foi nada demais, que passou e que aquilo não vai influenciar em nada a vida dela. Mas em outros momentos é muito legal ver a saudade que sente da amiga, ver que aquilo teve importância em sua vida, ver que apesar de seus erros, ela tem sentimentos. O que pareceu para mim é que o sentimento dela é uma espécie de culpa com saudade, mas que não foi suficiente para despertar seu bom senso, para fazê-la entender que está correndo perigo.

    Nossa! Que escola é a Shoreline! Eu tive vontade de estudar lá. Adorei os cenários de Tormenta, além das variedades da escola há os lugares para onde Luce “foge” ou acaba passando. Dá vontade de entrar no livro e dar um passeio pelos lugares. Até mesmo pelas suas vidas passadas.
    O universo criado por Lauren Kate é bem interessante. Sei que ainda deve vir muito mais sobre ele nos próximos livros, e estou ansiosa para saber se Luce vai ser um desses personagens que amadurecem ao longo da série, se tudo vai se resolver. Assim como eu disse na resenha de Fallen, digo para esta, está série é cheia de mistérios, e isso vai te prender com certeza. A leitura da série Fallen é um bom entretenimento e dá para pensar a respeito de algumas coisas com ele, como por exemplo sobre a amizade, sobre a perda, sobre o amor, e sobre si mesmo.

    TRECHO:

    “Ela fechou os olhos. Disse a ele o que queria ouvir. A escola estava bem. Ela estava bem. Os lábios de Daniel tocaram os dela outra vez, brevemente mas com ardor, até que todo o seu corpo estivesse formigando.
    – Tenho que ir – disse ele, finalmente. – Eu nem deveria estar aqui, mas não consigo ficar longe de você. Eu me preocupo a cada momento. Eu te amo, Luce. Tanto, que dói.” (pág. 209)

    postado por: redacao | 03 set 2015

    >> O livro Entre o agora e o nunca, escrito por J.A. Redmerski e publicado pela Editora Suma de Letras no Brasil em 2013, possuí uma gama de críticas positivas e boas resenhas no Skoob, o que me inspirou a lê-lo. Além disso, o título implica um impasse, que é exatamente o que me prende à um livro.
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    >> O livro conta a história de Camryn Bennett, que era uma garota normal: tinha um namorado, frequentava a escola e tinha uma melhor amiga; até que o destino resolveu lhe passar a perna e lhe roubar as coisas mais preciosas: o amor e a família.
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    >> A morte de seu namorado, a separação dos pais e a prisão do irmão tornaram Camryn uma pessoa fria e que não tinha mais a capacidade de chorar, a única coisa que a mantinha de pé era a sua melhor amiga, Natalie. Natalie fazia de tudo para animar Camryn, e isso incluía arrastar a garota para baladas e lugares em que Camryn preferia não estar. Em um desses dias de balada, em que Camryn é arrastada por Natalie, tudo muda: o namorado de Natalie, Damon, se declara para Camryn.
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    >> Mesmo não querendo magoar a amiga, Camryn decide que o certo é contar a verdade sobre o “traste” do namorado de Natalie. E aí que a história começa a desenrolar: Camryn conta a verdade e Natalie, cega pelo amor, não acredita no que lhe foi contado e briga com Camryn. Depois de brigar com a melhor amiga, a única razão que a mantinha na Carolina do Norte, ela vê-se livre para finalmente sair sem rumo pelas estradas – sonho que nutria com o ex-namorado, agora morto.
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    >> Ela toma o rumo para Idaho, supostamente para ver a irmã que deu à luz – uma das mentiras que Camryn conta para as pessoas que conhece na estrada. Depois de algumas paradas, finalmente entra no ônibus o garoto que tomará as rédeas do coração de Camryn e dará um novo sentido à palavra amor: Andrew.
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    >> Andrew Parrish se torna o personagem principal ao lado da nossa amargurada Camryn e a cativa. Tudo começa com um simples pedido para Andrew abaixar o som de seu celular, e depois de refeições juntos à gargalhadas e conversas sobre a vida, os dois se tornam amigos, e como Andrew não quer enfrentar a morte do pai, em Wyoming, eles resolvem cair na estrada e fazer loucuras. A história se desenrola assim: estradas, móteis e bares, até que uma revelação transforma o amor de Andrew e Camryn.
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    >> O livro torna-se um pouco monótono no começo – Natalie me irrita, por sinal, com suas comparações e seus surtos -, até que Camryn toma as rédeas da vida, saí pelos Estados Unidos (tava na hora, filha) e se livra de todas as pessoas chatas da sua vida.
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    >> Depois do embarque de Camryn no ônibus, a história flui muito bem e prende o leitor. O livro oscila muito entre momentos alegres, em que você chega a gargalhar, e momentos tristes, onde você quer chorar, pegar os personagens e lhes dizer que tudo vai ficar bem.
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    >> Quanto aos personagens: são bem trabalhados, todos têm uma personalidade forte e chamativa, o que dá um up no livro. Aliás, acho que a mãe do Andrew deveria ser mais bem trabalhada, por ser uma personagem bem cativante.
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    >> Além disso, outro atrativo é a forma clara como a autora escreve, não deixando furos para outro tipo de interpretação. Esse aspecto facilita muito na leitura, no entendimento e também no progresso de leitura.
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    >> De todos os romances/new adults que já li, esse é um dos melhores, pois calibra bem as partes românticas e sexuais e não fica SÓ numa dessas, o que é bem chato quando acontece.
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    >> Em síntese, eu recomendo muito esta obra para quem gosta de um romance mesclado com um bom drama.

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    CRÉDITOS: Danielle Cabral

    postado por: redacao | 23 ago 2015

    O livro A Garota que Você Deixou para Trás, de Jojo Moyes, foi lançado em janeiro de 2014 no Brasil pela Editora Intrínseca. Além desta obra, a Intrínseca também é responsável por outros dois livros de sucesso de Jojo: “A Última Carta de Amor” e “Como Eu Era Antes de Você”.

    A primeira parte da história, que se passa no ano de 1917, tem como cenário a cidadezinha de St Péronne, na França, cuja estava sob domínio dos alemães e passa por tempos excepcionalmente difíceis: homens foram tirados de casa, a comida era escassa e a morte era algo iminente para todos.

    Sophie Lefèvre, a personagem principal, mora no hotel da família, o Le Coq Rouge, com a irmã, Hèlene, o irmão mais novo e os sobrinhos. Seu marido, Édouard, é um dos homens queforam para o front de guerra lutar para libertar a França do domínio alemão.

    A situação da pequena cidade é lastimável e os moradores vivem com medo de não ver um novo dia. Todas as ordens dadas pelos soldados alemães são acatadas sem questionamento e quando o Herr Kommandant, responsável pelas tropas alemãs, decide que o lugar adequado para o jantar dos soldados é o hotel da família de Sophie, a conduta da família da moça é motivo de dúvida para os morados de St Péronne. Apesar dos protestos dos vizinhos, Sophie se vê numa emboscada e, sem saída, acata a ordem do comandante.

    Todos as noites, Sophie e Hèlene preparam a refeição dos alemães e se alimentam com os restos das refeições feitas por eles. Tudo vai bem, até que o comandante simplesmente se apaixona pelo retrato de Sophie que fica no bar, pintado pelo marido dela, Édouard. Em qualquer momento que pode, o oficial alemão está em frente ao quadro, admirando-o.

    Desesperada para trazer o marido de volta, Sophie comete muitos atos que são objetos de ataque pelos moradores da cidade. Além disso, a moça coloca em risco não só a própria vida, mas a de todos que ama!

    No ano de 2006, momento em que se passa a segunda parte da história, Liv Halston recentemente ficou viúva e a única memória que restou do marido agora morto é o quadro “A Garota Que Você Deixou Para Trás”, um presente de lua-de-mel, o mesmo quadro de um século atrás. O mesmo quadro cobiçado pelo oficial alemão.

    No dia do aniversário da morte do marido, Liv decide sair. Apesar de ser uma pessoa centrada, ela acaba bebendo demais e isso a leva até Paul McCafferty. Ainda que a morte de David, seu marido, date apenas 4 anos, Liv se vê completamente envolta por Paul: um cara inteligente, bonito e doce.

    Todo esse mar de rosas acaba quando Paul descobre que Liv é a dona do quadro que ele está tentando recuperar para a família Lefèvre, cuja se diz a verdadeira dona do quadro pintado por Édouard há um século.

    Entre reviravoltas e processos judiciais, Liv e Paul sabem que só uma coisa sairá intacta de todo aquele drama: o relacionamento e o quadro, ou o emprego de Paul.

    Em síntese, “A Garota Que Você Deixou Para Trás” tem uma trama envolvente, carismática e romântica. Jojo trabalhou muito bem no mistério por trás do quadro, que é o “personagem” principal do livro, fazendo com que todas as pistas e testemunhas se encaixem na história.

    Além de toda a trama criada pela autora, outro ponto atrativo do livro são os relatos históricos verdadeiros, como: a escassez de comida, a tristeza de todos e, principalmente, a esperança alimentada pelas pessoas que sofriam com todos os acontecimentos. Com isso, Jojo ganhou um espacinho na minha estante, alimentando uma vontade de ler outros livros dela.

    Créditos: Danielle Cabral

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